TRISAL (T1 – E2) – REENCONTRO



Seis meses haviam passado desde que assumira nova função no meu trabalho. Viajava com frequência e aproveitava essas viagens para conhecer outras mulheres e compensar a falta de tesão no casamento. Digo falta de tesão porque periodicamente transava com minha esposa, mas a sensação depois do sexo era horrível e sempre ficava a impressão que ela fazia apenas por obrigação.
Também aproveitava o fato de estar viajando constantemente e constantemente inventava uma viagem para não precisar ir para minha casa. Nessas ocasiões, sempre comparecia na sauna mista Ele & Ela, porém, nunca mais encontrei Fábia lá. Cheguei até mesmo a perguntar para algumas das meninas de lá e novamente não obtive qualquer informação sobre ela. Tornava-se claro que, apesar de frequentar a casa constantemente, ela não fez nenhuma amizade por lá, ou pelo menos, não deixava que soubessem de sua vida fora da casa. Assim, tinha minhas transas, mas ficava frustrado com o fato de não mais vê-la.
Até que um dia, já entrosado com algumas delas, estava conversando com a Soeli a respeito de fantasias sexuais. O papo começara quando ela comentava sobre a mania de alguns clientes que preferiam sempre transar na sala aberta. Ela contou que em alguns casos ficava claro que essa atitude nada tinha a ver com fantasias, mas sim pelo fato de a transa naquela sala não ser cobrada, o que barateava a despesa do frequentador menos abastado. Porém, ela frisou que, em muitas das ocasiões, eram as garotas que escolhiam transar ali, pois, como disse ela, puta também tem suas fantasias. Ri da forma que ela falou e perguntei se ela também tinha essas fantasias.
Foi então que ela me falou sobre algo que para mim era totalmente novo. Ela disse que gostava sim de uma baguncinha (termo dela), mas que a suas fantasias se voltavam em fazer em locais onde o sexo era menos profissional. Eu disse que não estava entendendo e ela explicou que, quando saia com algum casal, ou mais de um, casais que eram realmente casados, ela sentia muito mais prazer.
Perguntei se ela recebia muitas propostas de casais e ela disse que não era bem assim. Insisti em uma explicação e foi então que ela contou que havia uma casa de encontro de casais que pertencia ao mesmo dono daquela sauna mista. Sendo assim, muitas vezes elas eram incentivadas a comparecerem naquele local, o que acontecia acompanhada por algum cliente conhecido. Pedi mais detalhes e ela explicou que, quando estava lá, o cara que a levava dificilmente transava com ela, mas sim com as esposas dos casais presentes, enquanto ela ficava livre para escolher algum marido que a agradava para transar.
A conversa foi desenvolvendo com ela dando maiores informações. Lá só entravam casais acompanhados e que, no caso de homens solteiros, apenas os que se faziam acompanhar por alguma das meninas da sauna mista eram aceitos e ainda mais, no caso de dúvidas, o porteiro chegava até mesmo a exigir documentos que comprovassem que se tratava realmente de um casal. Já, quando era uma das garotas dali, o porteiro fazia vista grossa.
Aquela conversa avivou minha curiosidade e perguntei para a Soeli o que tinha que fazer para poder entrar lá, com ela se dispondo a me acompanhar, desde que eu pagasse o valor do programa normal na sauna mista mais algum extra. Na mesma hora, minha curiosidade se transformou em excitação e combinamos de ir na primeira quinta-feira, uma vez que ainda era terça-feira.
Assim tive tempo de programar uma viagem para não ter que justificar chegar tarde em casa e, ainda no dia anterior ao programado, fiz uma reserva em um hotel para o dia seguinte, programando não voltar para casa.
Na quinta-feira, ao sair do serviço, fui até o hotel, jantei, tomei um banho, vesti uma roupa esporte e fui até a sauna mista, onde, segundo o combinado, me encontraria com Soeli.
Soeli me aguardava já pronta. Ela sequer havia tirado sua roupa, pois lá era comum que as garotas ficarem com um roupão ou apenas enrolada em toalhas. Ela vestia uma roupa bem comportada, composta de saia e blusa de cores claras, meia de seda e sapatos de saltos alto. Reparei que ela tinha uma beleza ímpar. Altura mediana, alto entre 1,60 e 1,65 metro, com cabelos ruivos e cortados na altura do ombro, com algumas sardas que lhe davam um aspecto de inocência. Seu corpo era proporcional e eu sabia que, embaixo daquela roupa sóbria, havia um corpo esguio, sem nenhuma barriga, seios médios e empinados com os mamilos róseos e uma xoxota com pelos também ruivos e bem aparados. Suas pernas eram perfeitas e sustentavam um bumbum arrebitado que atiçava os homens que frequentavam a casa.
Ela exigiu o pagamento antes de sair, o que era totalmente compreensível em um relacionamento de garota de programa e cliente e, com a benção do gerente da casa que fora informado onde estávamos indo, saímos para o carro. Não demorou quinze minutos e chegávamos ao local. Era uma casa de aparência comum, localizada na Rua Heitor Penteado, próximo ao Sumaré. Descemos do carro e, obedecendo a orientação que ela me dera, nos abraçamos e assim nos dirigimos para a casa, onde um segurança exigiu um documento meu sem sequer perguntar o nome de minha acompanhante.
A casa era bem decorada, com um American Bar, que, em vez de mesas, era mobiliado com sofás para várias pessoas, numa clara intenção de aproximar as pessoas. No fundo havia as duas saunas, uma seca e outra a vapor e uma pequena piscina, além da área de descanso. Em outra ala, ficava uma série de camas em um cômodo que fora adaptado com a junção de vários quartos, com apenas um deles contendo uma porta, sendo o resto do espaço ocupado por camas enormes. Quando chegamos, reparamos que havia apenas outro casal e a Soeli me explicou que os casais chegavam mais tarde, inclusive, me alertando que a mulher do casal que ali se encontrava era uma das garotas da Sauna Mista.
Assim ficamos tomando uns drinks e conversando, com a Soeli demonstrando que era uma garota de programa especial, com uma inteligência aguda e um grau de conhecimento bem acima da média de sua idade, que dirá de garotas de programas. Evitei perguntar sobre sua vida privada, mas se perguntasse tenho certeza de que ela contaria.
Por volta das onze da noite começaram a chegar os casais. Primeiro chegaram três juntos que, pela forma com que se comportavam, deviam fazer parte de um grupo, pois eram todos íntimos. Depois chegou uma loira de uns trinta anos aproximadamente, linda e elegante, acompanhada por um senhor que aparentava ter mais de sessenta anos. Soeli, ao ver o casal, comentou que era um caso em que apenas a mulher transava e que o marido ficava apenas olhando, sem sequer se masturbar. Disse também que ela era insaciável e que ficava trocando de parceiros de fodas, chegando a transar com vários em uma mesma noite.
Com seis casais dentro da casa, o ambiente começou a ficar mais animado. Um dos homens que fazia parte dos três casais logo se entrosou com a loira e não demorou para irem para o local onde ficavam as camas. Logo estávamos ouvindo o grito da mulher que era muito escandalosa, fodendo e pedindo mais. Perguntei para a Soeli se podíamos olhar e ela disse que era natural isso, porém, quando íamos saindo do bar em direção às camas, chegou outro casal. Olhei para eles com interesse e fiquei gelado quando reconheci Fábia. Ela estava linda, com um vestido caríssimo, joias e uma maquiagem impecável. Seus cabelos negros caiam-lhe pelas costas como uma cascata do mais profundo preto e, ao contrário do que acostumava a ver, não estava totalmente liso, pois em sua queda formavam cachos que lhe dava uma aparência de menina. Mais pasmo ainda fiquei quando vi o cara que a acompanhava, pois era exatamente o homem que eu vira por duas vezes: a primeira quando ela saia da sauna mista e a segunda no supermercado próximo de minha casa.
Soeli, num gesto de brincadeira, passou a mão no meu queixo num gesto engraçado de quem estava limpando a baba. Eu não estranharia nada se sua mão ficasse molhada, pois senti como quem está realmente babando. Quando achei que não podia ficar mais surpreso do que já estava, me preparando para agir como se não a conhecesse, foi que a surpresa ficou ainda maior, pois Fábia, sorrindo para mim, veio me cumprimentar me dando dois beijinhos na face e me apresentou ao seu acompanhante dizendo:
¬– Victor, esse é o Pedro. Eu já te falei sobre ele.
Fazendo cara de armário, cumprimentei o tal do Victor, que com um sorriso no rosto veio apertar minha mão, me dando tapinhas no ombro.
Já no início da conversa, quando eu a chamei de Fábia, ela me explicou de um jeito que me deixou ainda mais perplexo, uma vez que, da forma que agia, deixava claro que sua presença na Sauna Mista era do conhecimento do marido.
– Meu nome não é Fábia, Pedro. – E pegando a minha mão, me dedicou seu mais belo sorriso, explicando: – Fábia é o nome que uso lá naquele local. Aqui você pode me chamar de Fabiana que é o meu nome verdadeiro.
Nessa hora me lembrei do resultado da investigação que havia pedido para um amigo fazer a respeito da placa do carro que eu anotara quando a encontrara no supermercado. A partir daí, fiquei mais tranquilo, pois ambos deixavam bem claro que a presença dela na Sauna era de comum acordo.
Conversamos mais um pouco, até que ela pediu licença, dizendo que iria até o vestiário para ficar mais a vontade. Logo que eles se afastaram, Soeli insinuou que estava se ressentindo com a atenção que dava para o casal, e me falou:
– Pelo jeito vou ficar sobrando essa noite. – Olhei para ela sem saber o que dizer, mas ela sorriu e continuou: – Está tudo bem querido, pode ficar com sua queridinha Fábia, já que você vive perguntando por ela, agora aproveite. Só que eu, já que estou aqui, vou aproveitar dessa noite. – Fixei o olhar nos olhos dela sem saber o que dizer, mas ela parecia estar facilitando as coisas para mim, pois só avisou: – Só não quero que você reclame que te deixei na mão, porque vou me entrosar com esse pessoal. Hoje quero me esbaldar, pois vou foder com quem quiser sem nenhum outro interesse que não o prazer.
Assim, fiquei ali, acompanhado com meu copo de uísque pela metade, imaginando que o fato de ter encontrado Fábia, agora Fabiana ali, faria com que eu perdesse a noite, me preparando para ser apenas um expectador. Cheguei até mesmo a programar tomar um belo de um porre.
Estava ali sentado, pensando nos altos e baixos da vida. Imaginava que, indo naquela casa para conhecer pessoas que tinham um modo diferente de ver a vida, me deparei com a mulher que ocupara meus pensamentos, sonhos eróticos e, porque não dizer, me atormentara de saudades nos últimos seis meses. O que era para ser bom, iria se transformar num suplício, pois sabia de antemão que não teria coragem de sair dali sem a companhia de Soeli, com quem tinha o compromisso de acompanhar até sua residência na hora de sairmos. Mas fui surpreendido mais uma vez quando ouvi a voz de Fabiana ao meu lado:
– Sozinho aí tesão? Onde está sua acompanhante?
Expliquei o que Soeli dissera, omitindo lógico o verdadeiro motivo, apenas dizendo que ela pretendia aproveitar bem a noitada. Fabiana se deslocou até ficar na minha frente e, segurando meu rosto com as duas mãos, fez com que eu levantasse a vista para ela. Nessa hora o ar me faltou. Ela estava linda. Com uma toalha curtíssima enrolada acima dos seios, deixando a buceta a vista caso levantasse os braços, ainda maquiada e com seu rosto perfeito, sorria para mim. Então com carinha de safada me disse:
– Não fique triste não. Assim pelo menos poderemos desfrutar desta noite.
Como havia levado o copo para tomar um gole, engasguei com o uísque (que coisa horrível engasgar com bebida destilada) e comecei a tossir. Ela sentou-se ao meu lado e ficou dando tapinhas na minha costa, até que, já controlando a tosse que me acometera, olhei para ela para mirá-la através da névoa que as lágrimas dos meus olhos provocavam. Ela sorria e ao seu lado estava Victor, me encarando com um rosto impassível.
Quando consegui finalmente voltar ao normal, passamos a conversar e quando o assunto chegou a relacionamento eles abriram o jogo, cada um contando alguma coisa a respeito deles. Eram um casal liberal, Fabiana não conseguia pertencer a um único homem e Victor sentia prazer de ouvir ela contar as transas que tinha. Optaram por ela frequentar a sauna em virtude de, parecendo uma garota de programa, não haveria problemas de algum conhecido ficar pegando no pé depois, ou até mesmo sair divulgando a condição deles. Mais adiante, ela disse que gostara muito de transar comigo, que pensava em mim com frequência e que, naquela noite, queria tirar o atraso e seria só minha.
Por sugestão do marido, pegamos a chave da suíte fechada e ficamos a noite inteira transando. Fabiana estava insaciável e, quando eu me cansava, ela pedia para que o marido chupasse sua buceta, segundo ela para dar uma esfriada. Durante toda o tempo que ali permanecemos, eu comi sua buceta, gozei na sua boca que foi em seguida beijada pelo marido e no final, a pedido dela mesmo, fodi o seu cuzinho que parecia um forno de tão quente e macio, me levando a um dos maiores gozos que tive.
Entre uma foda e outra, conversarmos assuntos triviais ou mesmo sobre sexo. Teve um momento em que, fazendo uma verdadeira entrevista com Victor sobre o seu comportamento, fui informado que ele adorava ter uma esposa putinha, mas que ver ela fodendo era com certeza a melhor coisa do mundo, principalmente quando ele ajudava o macho a foder bem ela. Nessa hora não resisti e soltei uma piada:
– Ah sim! Acho que entendi! Você é do tipo corno gelol. Não basta ser corno, tem que participar.
Na hora Fabiana começou a rir e seu riso foi crescendo até se transformar numa gargalhada que ela não conseguia controlar, enquanto Victor me olhava, sem nenhuma reação de raiva, apenas sorrindo com simpatia.
(Explicando: Quem viveu na década de 80 vai se lembrar que havia uma propaganda da Gelol, um bálsamo para dor. Nesse anúncio, um garoto estava jogando bola e leva uma canelada. O pai dele entra em campo e faz massagem no filho utilizando o produto. Em off, uma voz dizia: “Não basta ser pai, tem que participar!”)
Aquele gracejo que poderia acabar de vez com o relacionamento parece que nos aproximou mais ainda. Ficamos no quarto por mais tempo onde eu, já entregue de tanto gozar, beijava e chupava aquele corpo que tanto povoara meus pensamentos.
Quando finalmente saímos do quarto, o barman veio me avisar que Soeli havia ido embora com um casal de conhecidos, deixando-o encarregado de apresentar suas desculpas. Não me importei, pois até achava que quem devia desculpas era eu.
Tomamos sauna, bebemos uísque e transei mais uma vez com Fabiana, desta vez em uma das camas públicas, com uma assistência de dois outros casais e Victor. Uma das mulheres se aproximou de Victor, mas foi gentilmente dispensada por ele. A outra, mais afoita, deitou-se ao nosso lado depois da foda e pôs-se a acariciar o corpo de Fabiana que não só aceitou as carícias, como também as retribuiu. Não demorou e estavam as duas empenhadas em um belíssimo sessenta e nove, com gritos e sussurros na hora do orgasmo.
Já passava das duas horas quando saímos, os três juntos da casa. Caminhamos até nossos carros que estavam próximo e começamos as despedidas. Foi então que pedi para a Fabiana que não sumisse mais, pois gostaria de vê-la outras vezes. Ela sorriu para mim e pediu o número do meu telefone. Peguei um cartão de visita e entreguei para ela que perguntou qual o melhor horário para ligar, ao que respondi que, sendo ela, qualquer horário era apropriado. Ela sorriu, me beijou com paixão e saiu de mãos dadas em direção ao carro deles.
Feliz, passei o resto da noite em claro, lembrando a noite memorável que tinha tido. Quando deu a hora, fui trabalhar e, em virtude da felicidade que me encontrava, não tive problemas em enfrentar o sono e me manter atento ao trabalho.

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Comentários


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alexbahia Comentou em 06/09/2019

Fantástico!! Que enredo! Que tesão envolvido em toda leitura. Parabéns!!

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laureen Comentou em 19/08/2019

DELICIAAAAAAAAAAAAAA SEUS CAPITULOS SÃO DEMAIS fodi o seu cuzinho que parecia um forno de tão quente e macio, me levando a um dos maiores gozos que tive. Entre uma foda e outra, conversarmos assuntos triviais ou mesmo sobre sexo. Teve um momento em que, fazendo uma verdadeira entrevista com Victor sobre o seu comportamento, fui informado que ele adorava ter uma esposa putinha, mas que ver ela fodendo era com certeza a melhor coisa do mundo, principalmente quando ele ajudava o macho a foder bem e

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evegaroro Comentou em 19/08/2019

Muito bom sei conto muito bem redigido e cheio de detalhas. Parabéns




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Ficha do conto

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nassau

Nome do conto:
TRISAL (T1 – E2) – REENCONTRO

Codigo do conto:
143051

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
19/08/2019

Quant.de Votos:
10

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0


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