Rodriguin, o meu primeiro macho.



Todos têm o costume de relatar as suas aventuras aqui, porém, mais cedo ou mais tarde, acabam por relatar a sua primeira aventura com outro cara. Creio que chegou o momento oportuno de relatar a minha primeira vez em que levei um pau na rabeta, apesar, de na época, já tá fazendo alguma chupetinha para alguns colegas.
Isto ocorreu no ano de 1993, quando cursava o primeiro ano do antigo segundo grau em uma escola pública de alguma cidade do interior de São Paulo. Era um dos mais assíduos alunos da classe, principalmente em matérias que envolvia ciências exatas como matemática, química e física. Em épocas de prova todos corriam atrás de mim para que ajudassem a entender as ditas matérias e aproveitava para ganhar alguns trocados. Rodriguin era um daqueles rapazes mais velhos, que sentava no fundão da classe. Era alto, possua cabelos compridos, moreno claro. Ele não era originário de nossa turma, ele entrou no decorrer do ano e tinha pouca amizade com ele. Mas aquele rapaz, desde que o vi pela primeira vez, mexeu com algo dentro de mim. Era atraído por ele, sempre o paquerava discretamente. Ele era um dos mais bagunceiros e sempre pegava no meu pé e isto me fazia ficar mais atraído por ele. Quando a classe estava em alta com a bagunça aproveitava para ficar admirando o seu corpo, os seus cabelos compridos e lisos, o seu modo de vestir e a calça jeans que realçava a sua mala. Naquela época, em vista dos altos índices de testosterona da rapaziada, havia um tipo de brincadeira no meio da aula que eles faziam e particularmente me deixava doido, mas não participava pelo fato do besta aqui, por ser nerd, sentar na frente. A rapaziada tirava o pau pra fora no meio da aula e ficavam se masturbando na sala de aula, principalmente quando formava-se grupinhos e as carteiras eram reunidas. A ideia para estas brincadeiras partiu do próprio Rodriguin, pois o mesmo, pra provocar os outros, tinha o costume de ficar com a rola dura e como ele usava uma calça jeans justa realçava o comprimento da rola. As meninas se sentia constrangidas quando ele fazia isto e eu ficava doido no meu intimo quando o via desta maneira. Ele ainda nem sabia que eu existia, pois não percebia que eu o paquerava. Numa, destas vezes que ele ficou de pau duro, ele simplesmente tirou a rola e mostrou para os outros colegas e todos ficaram besta, o pau do Rodriguin era gigante para um rapaz daquela faixa etária, segundo me confidenciou depois um outro colega nosso. Eu sabia que rolava isto, mas não podia dar bandeira se não seria o meu fim, afinal ter a fama de viadinho e ser zoado até fim do colegial seria o meu fim, ainda mais naquela época.
Numa destas bagunças eu comecei a paquera-lo discretamente e o infeliz me flagrou olhando para ele. Depois disto ele começou a notar mais em mim. Toda vez que eu o paquerava ele via no mesmo instante e eu disfarçava rapidamente. Creio que já era tarde pra mim, pois ele percebeu que no fundo eu o secava dos pés a cabeça e, a partir daí, ele começou a me encher o saco e sempre que formava aquelas concentrações de alunos, principalmente envolta de professores. O infeliz vinha para cima de mim e, pasmem, ficava me acochando. Aquilo misto de ousadia me deixava confuso, mas no fundo eu curtia, principalmente quando ele vinha com aquele pau duraço e sentia toda a grossura dele quando ele forçava aquilo contra a minha bunda. Ele já sabia, no fundo, que eu curtia pica e só queria uma chance pra provar que ele tava certo em suas suspeitas. Na turna eu era um dos poucos alunos que tinha um livro de Física com exercícios e ele acabou me pedindo emprestado e falou para eu ir na casa dele depois do almoço para busca-lo. Aquilo me deixou aguçado, pois nunca tivemos intimidade de amigos ao ponto de um frequentar a casa do outro e ele me chamou para que eu fosse lá busca-lo. Combinamos que passaria na casa dele as 14h e cada um seguiu o seu caminho depois das aulas. Mal almocei direito em casa, ficando naquela expectativa do que poderia ocorrer naquela tarde na casa dele. Afinal, a mãe dele trabalhava a tarde e ele ficaria só o dia inteiro.
Depois do almoço partir para casa dele para buscar o meu livro. Ao chegar lá, chamo por ele e ele vem ao meu encontro vestido num short curto, daqueles com forro interno para acomodar o saco e uma camiseta cavada. Fazia um calor danado na época, mês de outubro, eu entro e ele senta-se no sofá de forma que ele fica de frente para mim. E conversávamos assistindo Vídeo Show. Porém, ele sentava de modo a ficar de perna aberta e como estava sem cueca o sacão do pau dele fica preso pelas redinhas do forro do short. E, conforme conversávamos, gaguejava por causa da visão que eu tava tendo e puto mais safado ainda fez com que o pau ficasse cada vez mais duro e aquilo era uma situação que me deixava cada vez mais louco. Tentando fugir daquela situação pedi um copo de água e ele foi até a cozinha e me chamou lá para que eu pegasse o copo de água. Me deu o copo e ao enche-lo de água, como estava de costas para ele, me dá uma encochada com vontade e conforme ele ia enchendo o meu copo começou a falar no meu ouvido que já sabia que eu era um viadinho enrustido e que estava afim dele, pois eu não tirava os olhos dele durante as aulas. E quando mais ele falava, mais ele me enconchava. Como o pau dele estava solto dentro daquele short pude sentir pra valer a espessura daquele pau. O moleque me encochava com vontade e falava que iria me comer naquela tarde. Eu me fazia de difícil e de desentendido, mas não saia daquela posição que facilitava as investidas dele. Ele foi me provocando até que se afasta me faz ficar de frente para ele. Ele abaixa aquele short, pega na minha e faz com que eu segure aquela rola quente. Amigos, já faz mais de 25 anos isto e até hoje lembro do calor daquele pau. O cheiro de sexo subiu no ar daquela cozinha. Meu coração batia forte, parecia que iria explodir no peito ou sair pela boca e ele conduzia a minha mão numa vagarosa punheta daquele pau de uns 19cm, meio grosso e pentelhudo (naquele tempo, raspar o saco não era moda como é hoje e como sinto falta daquele tempo). Até que ele apoia as mãos com certa força nos meus ombros me forçando pra baixo. Involuntariamente começo a agachar até ficar de joelhos e aquele pau ficou na direção da minha cara e eu continuava a punhetá-lo lentamente. O pau latejava de duro e quente e olho pra cima e ele pede pra mim dar uma mamada. Aquele cheiro de rola cheirando a sabonete não sai da minha cabeça até hoje. Eu me aproximo e começo a esfregar aquele pau na minha cara, sentindo a maciez e o calor junto da minha face. Ele, puto e safado como era, falava que eu tava sendo bem putinha fazendo aquilo. Sentia a textura do pau dos pentelhos na minha face. Até que ele para e coloca a cabeça daquele pau nos meus lábios e manda eu abrir a boca pra chupá-lo e assim comecei a fazê-lo. Comecei a engolir aquela tora que já começava a minar aquela babinha típica de pau. Gostinho salgado que deixava a minha saliva mais grossa e com mais vontade de sugar aquele pau. E fiquei assim mamando aquele rolão, parecia um prêmio de meses e meses de punheta imaginando aquilo que agora realmente estava acontecendo comigo. Ele tira o pau da minha boca, contra os meus protestos e manda eu cair de boca em seu saco e como uma puta obediente que eu fui comecei a chupar aquelas bolas. Chupava uma e depois alternava para outra. Eram bolas de tamanho grande que davam gostos de ser chupadas. Eu chupava pra baixo com força e ele delirava e elogiava o trabalho que estava dando naquele pau e naquele saco. Rodriguin delirava na minha mamada. Até que ele me levanta e me arrasta para sala. Na sala e manda eu abaixar as minhas calças. Naquela altura passava Vale a Pena Ver de Novo. Ele me apoia no sofá fazendo com que eu fique de quatro e a minha budinha exposta pra ele. Ele solta uma cusparada em cima da olhota do meu cu e aponta a cabeça daquele pau enorme forçando a entrada, sem ser bruto. Ele fala que hoje mataria a minha curiosidade de como ele era realmente. Eu estava em extase com aquela situação e começa a empurrar aquele pau pra dentro. Confesso que comecei a sofrer com o desconforto, pois era a minha primeira vez que sentia uma verga dentro de mim. Neste ponto ele me respeito e foi empurrando aos poucos até que começo a sentir os pentelhos do seu pau. Ele se curva sobre mim e começa a me chamar de putinha e de viadinho gostoso. Eu me retorcia de tesao com cada palavra que ele dava no meu ouvido até que ele começa a bombar no meu cu. Sentia o pau dele perto do meu estomago e percebendo que eu estava mais relaxado e o meu cu já acostumado com aquela rola começa a meter forte. Cada metida que ele dava em mim meu corpo tremia. Até hoje não sei explicar isto. Sentia todos os pelos do meu corpo arrepiado com cada bombada que ele dava no meu cu. Ficamos assim nesta posição uns 20 min até que ele tira o pau de dentro de mim e manda eu me deitar no chão. Ele se deita de ladinho atrás de mim e coloca novamente aquele pau dentro e recomeça a meter falando putarias que até hoje não esqueço, mas que deixo reservado pra minha intimidade. O moleque sabia meter e satisfazer uma putinha virgem como eu era. Eu desejava demais aquele cara desde o dia que ele entrou na minha classe. Sentia o saco bater com força contra o meu corpo enquanto que o seu revirava as minhas entranhas. Ele mordia as minhas costas e falava o quanto era gostosa. O meu cu era quentinho e ele não estava aguentando mais até que ele dá uma enfincada forte e começa a encher o meu cu de porra. E cada gorfada de porra ele dava, mas ele empurrava a rola pra dentro do meu rabo. Ele gemia forte com a gozada e involuntariamente senti a minha mão toda melada de porra. Gozei sem me masturbar nenhuma vez, foi uma das poucas vezes que consegui gozar sem tocar no pau na vida. Ele fica grudado em mim por uns cinco minutos até que ele tira o pau de dentro. Me manda me vestir e ir embora da casa dele, pois a mãe dele estava prestes a chegar e que aquilo era para morrer ali. Assim eu fiz, nem pude ir no banheiro descartar a porra dele. Fui pra casa com o meu livro na mão e com o cu cheio da porra dele. Só sei que cheguei em casa e tomei um banho rapidinho para tirar as marcas da foda para que os meus pais não desconfiassem de nada. Depois disto o comportamento dele na sala continuou o mesmo, sempre que dava ele me encochava no meio da muvuca e ainda deu pra transar com ele mais duas vezes, com a desculpa de levar o livro de Física para casa dele. Infelizmente, para o segundo colegial, ele mudou para o período noturno e nunca mais tivemos contato. Mas até hoje, as vezes, me lembro daquela tarde em que ele me mostrou o que realmente sou: uma puta! Tentei fugir disto quando entrei na faculdade me relacionando com mulheres. Mas as frustrações que elas me traziam com algumas pisadas na bola, faziam com que eu caísse, em algumas oportunidades esporádicas, com outros caras até que parei de me enganar e assumir pra mim mesmo que realmente eu curto rola, muito embora ainda permaneço discreto para amigos e familiares levando uma vida dupla de hétero, saindo com mulheres, e de viado enrustido ao mesmo tempo.

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Comentários


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ksn57 Comentou em 31/08/2019

Votado - Quem não teve uma experiência assim, que atira a primeira pedra ! Delicia de tesão...

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rickboxer Comentou em 19/08/2019

Tesão, já tive uma aventura dessa com um amigo meu só que não era mais virgem e ele acreditou que era e comeu gostoso...




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico putadenegao

Nome do conto:
Rodriguin, o meu primeiro macho.

Codigo do conto:
143077

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
19/08/2019

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
0


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