ABUSANDO DO ESCRAVO VIRGEM



Desde os vinte eu passei a viver novamente na fazenda e não demorei muito para fazer aventuras, mas essas merecem outro conto. Atualmente, estou contando com vinte e cinco anos, alto, peludo, barbudo, corpo não muito definido visto que meu pai não consegue trazer professores de ginástica da Europa para este fim de mundo.

Vou contar sobre o escravo que comecei a usar em maio, portanto, quatro meses. Havia um escravo chamado Zezinho. O menino era magrinho, mas tinha certa definição nos músculos por causa do serviço pesado, andava rebolando e o tinha visto dançando no Carnaval, desde aquela visão eu tinha ficado fissurado e não havia noite que não desejava ardentemente seus serviços. Então um dia eu prometi para minha irmã que iria até o jardim do fundo pegar umas flores para um arranjo que ela queria fazer e sem querer trombei com o escravo, ele veio de encontro a mim.

— Sinhôzinho, desculpa eu.

— Se eu tivesse com as flores de minha irmã, você as teria destruído.

— Nunca mais faço isso, sinhô, pode bater, pode me pôr no tronco, eu sei que errei.

— Imagina, garotinho, você no tronco? Apesar de ser interessante.... — eu disse segurando-lhe a mão e girando-lhe o corpo, observando-o por completo— Mas, por hora, não é isso que quero falar. Quantos anos você tem?
— Quinze, sinhô.

— Você fica diferente assim vestido de homem, usando calça no joelho, camisa , diferente de quando vi no Carnaval. Você tava vestido de mulher, rebolando
— Mas era Carnaval, sinhô. E o sinhô vosso pai deixou o povo da senzala fazer festa, a sinhá vossa mãe deu inté um corte de tecido pra minha fantasia. Foi errado?
— Oras, Zezinho, alguém aqui falou que é errado. Você é escravo, mas escravos também possuem direitos e este lhe foi concedido e pode conseguir muitos outros direitos. Gostaria de ser livre?

— Claro, sinhô, é o que mais quero, adoraria sair daqui e conhecer esse mundão.

— É, pra mostrar seu rebolado gostoso.
—Imagina,sinhô, não rebolo não.

— Rebola sim. Sempre vejo rebolando quando anda. Escuta, não pode! O que eu falava sobre você dançando no Carnaval era que você assim de homem rebolando é muito melhor, você me agrada, sabia?

— Sinhô, mas o sinhô falou que não pode rebolar.

— Não pode mesmo. —- cheguei mais perto dele, pus a mão na bunda dele, fui massagendo e fiquei falando bem de perto —- Mas pra mim você vai mostrar, só pra mim, porque eu quero que você me sirva, quero que você seja meu escravo pessoal. Vai ganhar um quarto só para você e bem mais acomodado.
Ele estava assustado e quando ia se afastar, eu tasquei-lhe um beijo.

—Sinhôzinho, o sinhô tá me deixando arrepiado me tocando desse jeito.

— Vai ser pior, vou deixar você molhadinho e bem dolorido — falava isso passando a mão no mastro dele e a outra mão no meu. —-ele gemia
— Isso é certo, sinhozinho?

— Não sei, isso não importa! Você é escravo, não tem que se preocupar se pode ou não, não tem nem cérebro pra isso, tem que se preocupar que se não me obedecer vai p’ro tronco e nem ganha seu quarto como combinado.

— ‘Tá bom, sinhô, não quero fazer nada que seja errado pro sinhô. Me beija de novo, sinhô.

— Ainda bem que você entende que eu dou as ordens e tomo as atitudes. Ainda bem que você entende que EU quem devo beijar e fazer tudo, mas se você ‘tá com tanto fogo assim porque não me beija?

—- O sinhô é quem manda, tenho medo de... — interrompi beijando o rapaz que era muito obediente e estava dentro de meus critérios

—- Vou providenciar o quarto, amanhã já se muda p’ra ele, amanhã começa seu novo trabalho e trago a manteiga para você.
— Eu não preciso de manteiga no pão, sinhô, não faço cerimônia.

—- HAHAHAHA, tudo bem, mesmo assim pego a manteiga na cozinha para tudo entrar facilmente haha.

No dia seguinte, já tinha mandado providenciar o quartinho dele. Simples, bem simples, até rústico, mas para o escravo era o mais refinado espaço que poderia ter em vida. Havia um espelho com adorno dourado, parede branca e pobre, cama de casal larga, mas modesta no jogo de cama, dois armários e um espelho.

—-- Sinhô Rodolfo, que lugar enorme e só pra mim!
—-- Para nós dois —- sussurei aos ouvidos dele pegando-o pela cintura.

Lancei-o ao chão e sentei à cama e disse:
—— Agora, Zezinho, você vai me servir. Olhe minhas botas, estão sem brilho, lustre-as —- e aumentei o tom de voz e aproximei meu rosto do dele—- COM A LÍNGUA!

O efebinho foi lambendo minhas botas e eu elogiando o trabalho. De repente, vi que estava bom e que não queria perder muito tempo com isso e me levantei.

—— Oba! Quero ver no espelho!
. Nisso acabei pisando nele que deu um gemido e eu respondi:
—— Desculpa ter pisado em ti, mas deves compreender que é assim que as coisas funcionam.
Então, continuamos. Pedi para ele retirar minhas botas e as meias e assim ele fez e obedeceu-me lambendo-me os pés. Ele lambia lascivamente cada parte e foi dobrando minha calça pra chupar os pêlos das pernas.

—- Agora, tire-me o colete, a gravata e a camisa, Zezinho. Não quero ter que esforçar nisso, tu o fazes, escravo!

Ele fez isto. E quando tirou minha camisa disse:
—— Ai! Eu sempre tive vontade de tocar esses pelos! Eu via o sinhô tomando banho na lagoa e tinha vontade.

—- Safadinho, agora você vai lamber tudo.
Ele beijava, lambia cada pelo. Depois, fiquei de pé e abri arranquei a calça e abri as ceroulas e ordenei:
—— Chupa isso!
——Mas sinhozinho —- disse ele pegando em meu membro —- acho que não cabe na minha boca, é muito grande.
—— Hummm, ainda bem que reconhece, mas o problema é seu.
Seja como for, ele chupou e eu forçava a cabeça dele para o mastro e ele engolia tudo direitinho.
——- Lambe tudo, sirva!

Ficamos assim até eu me satisfazer e eu tirar e dar-lhe um tapa:
—— Agora vamos fazer outra coisa!
—— Eu não quero, quero continuar!
—— Como é?
—— Estava tão bom chupar!
—— Só quero saber desde quando você dá ordens aqui! EU QUEM MANDO —- e falando isso dei uns tapas para ver se ele aprendia. —— É quando eu quero e não quando e o que você quer.

Sendo assim eu o virei de costas, deitei-o no meu colo e abaixei as calças e vi que ele não usava ceroulas, que perdido! E dei muitos tapas na bunda dele
—— Isso é para você entender que tem que ser do MEU jeito, escravo!
—— Ai! Ai! Ai!
E a cada gemido eu batia mais!
—— Aprendeu?
—— Ai! Aprendi! Ai!

Eu o virei de frente e escutei:
—— Tava tão bom apanhar do sinhozinho... com essa mão forte, mas eu sempre vou obedecer.
——- Hummm, gosta de apanhar?
——- Dói, mas é bom, não sei explicar.
—-— Agora vou fazer algo que vai doer mais e vai ser melhor. Fique de quatro.
—— Como, sinhozinho?
—— Seu idiota —- dei dois tapas seguidos
—— Ai!
—— De quatro como um burro...
Ele se pôs nesta posição na cama. Eu untei o buraco do traseiro dele com manteiga. Dei uns tapas e introduzi meu membro dentro. Ele começou a gemer:
—— Ahhhh Ai! Ai! Tá doendo!
—— Eu ainda não entrei com tudo, vai doer muito mais ainda.
Ah! Que prazeroso o escravo sentindo prazer! Ele ia gemendo e cada vez mais eu introduzia o membro inteiro,e eu falava:
——- Seu pervertido! Está gostando né?
——- É bom, sinhozinho, Ai, dói muito!

Conforme aumentava a velocidade, ele gemia cada vez mais. Decidi trocar de posição e o coloquei em cima de mim. Fiquei sentado à cabeceira da cama e o coloquei sentado sobre mim para cavalgar. Ele ia controlando a própria velocidade, foi melhor pra ele. Então eu dava alguns tapas:
—— Ah, efebinho perdido! Isso, cavalga, meu escravo!
—— Ah, assim é melhor, meu senhor!

Então, precisava gozar, levantei-me, coloquei o meu membro na boca dele e gozei lá dentro.
—— Agora você vai engolir todo o leitinho.
Logo depois eu pus a mão no mastro dele e o ajudei a gozar. Eu deitei. Dei-lhe um beijo e ele retribuiu lambendo minha barba. E perguntei:
—— Gostaste de me servir?
—— Sinhozinho, foi tão maravilhoso! Estou honrado de te servir. Eu sei que não posso falar, mas vai acontecer de novo?
——- Hahaha. —- disse eu sorrindo —— Claro, muitas outras vezes, meu escravo! Agora faça uma massagem para me relaxar. —- então, sério ——- Eu ordeno!

Ele fez a massagem e assim que estive relaxado arrumei-me para deixar o quarto e falei bravo:
—— Presta atenção, você é meu escravo pessoal, está proibido de fazer isso que fizemos agora com outros, você tá entendendo? —— dei uns tapas.
—— Ai, ai, sim sinhô.
—— Recomponha-se e volte ao trabalho. Quando eu quiser, eu chamo.



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Ficha do conto

Foto Perfil brumsafadinho
homens

Nome do conto:
ABUSANDO DO ESCRAVO VIRGEM

Codigo do conto:
41039

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/01/2014

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0


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