INOCENTE...ATÉ QUE...



INOCENTE...ATÉ QUE...
Rika65
Por que falar?, por que não falar?, depois de pensar muito resolvi contar a todos a historia que vivi a partir do ano de 1994, estando eu nesta época com 29 anos; meu nome é Suely, Su para os íntimos, tenho 1,69 mt, 89 cms busto, 65 de cintura, 56 coxa e 94 de bumbum, olhos azuis, dizem minhas amigas que sou o tipo de mulher que todo homem quer, nunca tinha me visto desta forma, até que...
Já casada há cinco anos e tendo um casamento morno e como percebi que era morno, meu marido trabalha em uma grande empresa, ele faz parte de um grupo de uns quinze casais mais umas cinco moças e o mesmo tanto de rapazes solteiros que frequentam o grupo, este pessoal vive inventando reuniões na casa de um de outro em botecos, clubes etc. e nestas ocasiões acontece muitas fofocas, a mulherada comentando sobre seus maridos, que fizeram isto que fizeram aquilo, assunto de sexo, e eu nunca tinha nada para comentar, entre este grupo tinha umas cinco que inclusive relatavam suas aventuras fora do casamento, isto claro dentro de uma rodinha reservada, inclusive em uma reunião num clube indo ao banheiro o assunto saiu e uma delas, a Regina, disse hoje vim preparada, sei que meu marido vai beber além da conta chegar em casa apagado; perguntei preparada? Como? Ela levantou á saia mostrando uma calcinha a coisa mais linda e pequena, dizendo sei que alguém vai passar a mão tenho que usar coisa bonita, fiquei um pouco chocada, afinal fui criada com princípios rígidos, casei virgem, meu marido até hoje é meu único homem, mas como eu não tenho nada para contar?, alguma coisa esta errada, mas também o sexo com meu marido e um papai mamãe rápido e boa noite.
Uns quinze dias após a reunião no clube a festa foi lá em casa começou por volta das 10:00 hs, muita gente em volta da piscina, chegou a Regina aquela que tinha me mostrado sua calcinha, acompanhada do marido e um rapaz moreno alto muito bonito, era um funcionário que tinha sido transferido, após os comprimentos ela me apresentou o rapaz o Ney ele veio até a mim me abraçou de certo modo um pouco apertado, eu de biquíni ele me olhando de baixo até em cima, quando senti meus seios tocarem seu peito senti uma descarga elétrica percorrendo meu corpo dos seios até minha perereca, coisa estranha, nunca tinha sentido nada igual nem quando abraçava meu marido, nem na hora do sexo, o que seria aquilo?, durante todo o tempo que o Ney permaneceu em minha casa percebi que não tirava os olhos de mim, aquilo me deixava lisonjeada mas também incomodada e em um momento que fui a cozinha buscar um copo ele vinha voltando do banheiro parou em minha frente e disse: sabe você é a mulher mais bonita da festa, não canso de olhar para voce, e eu enrubescida agradeci, o resto da festa transcorreu normal, lá pelas 3:00 hs o Ney a Regina e seu marido saíram, um outro rapaz amparando o marido da Regina que estava bastante bêbado e ela ao sair disse em meu ouvido está vendo, estou levando meu consolo amparando o bêbado e ainda falou o Ney esta gamado em você, o Ney ao despedir voltou a me abraçar desta vez com mais força, passando a mão pela minha cintura, me alisando, puxando-me contra seu corpo, nesta hora eu já vestida com uma blusa e uma saia de pano leve, senti minha calcinha molhar, que me lembre nunca senti minha calcinha molhar de tesão, que coisa estranha; como meu marido não estava disposto tive que tomar um banho em agua fria para me acalmar, mas também nem que ele tivesse disposto nunca me acalma.
Após estes acontecimentos tinha que procurar esclarecimentos para algumas duvida, não tinha mais minha mãe, pensei em um medico foi quando me lembrei de uma historia que meu pai tinha me contado, aqui cabe um parêntese, quando eu tinha cinco anos minha mãe ficou doente que durou dez anos quando ela morreu, durante todo este tempo meu pai foi muito carinhoso tanto comigo quanto com minha mãe e eu já com uns vinte anos indo com meu pai para a fazenda que fica a uns 450 km da nossa capital, próximo de uma bonita cidadezinha onde inclusive temos algumas casas, ele confidenciou-me: Suely preciso lhe falar uma coisa, estávamos dentro da camionete indo para a fazenda, sabe durante o tempo que sua mãe permaneceu doente eu não quis envolvimento serio com nenhuma mulher, mas conheci uma que até hoje protejo, desde a primeira vez que com ela estive fui claro que era só uma satisfação sexual e o tempo passou e ela querendo parar com a vida que levava, era dona de uma casa de mulher, dizia ser francesa, queria morar no interior, cedi uma de nossas casas na cidade próxima a fazenda, autorizei ao dono do supermercado a fornecer a ela tudo que precise e gostaria que na minha falta que ela fique na casa até sua morte, preciso que você cumpra meu desejo; lembrando-me disso e como na segunda-feira iria para a fazenda, pensei esta francesa deve ser bastante experiente vou conhece-la.
Na segunda-feira chegando a cidadezinha parei no supermercado perguntei onde morava a francesa o proprietário ficou verde pensando que eu iria fazer alguma coisa contra a francesa por causa de meu pai, tranquilizei-o e fui a casa dela me apresentei falando que precisava de alguns conselhos e convidando-a a ir comigo para a fazenda, relutou mas aceitou, enquanto ela arrumava suas coisas voltei ao supermercado para levar algumas coisas que poderia estar faltando na fazenda, encontrei o proprietário conversando com um lindo rapaz, branco, alto, forte, vestido como um peão de fazenda, percebi que minha figura chamou-lhe a atenção, peguei o que precisava e ao sair perguntei ao dono quem era aquele rapaz que nunca tinha visto, ele esclareceu ser o Dr. Denys, filho de um fazendeiro vizinho, morava em São Paulo e sempre seu avião pousava na fazenda, busquei a francesa e no caminho expus minhas duvidas solicitei ajuda, porque eu era diferente das outras mulheres da turma, porque meu casamento parecia ser diferente do delas, ela me contou muitas coisas bonitas e falou vou lhe instruir com mais precisão.
Chegamos a fazenda era umas 10:00 hs o almoço já estava pronto como era um pouco cedo, fomos conversar e ela sugeriu meu quarto, começou a ensinar-me a ser sexy, envolvente, charmosa, exibicionista, deu-me uma aula de como usar lingerie, qualidade, cor, tamanho, esquecemos até da hora do almoço, e por fim ensinou-me um exercício, que era como contrair a perereca fazendo-a massagear o pênis, só sei que se a partir daquele momento praticasse todos os ensinamentos da francesa seria eu uma perfeita puta, coisa que ela disse: seja uma dama na sociedade e uma perfeita puta na cama, muita gente dizia isto mas muito poucas praticava, assim você será feliz, afinal uma mulher linda e com este corpo que você tem, não pode viver uma vida sexual medíocre é um desperdiço de oportunidade dos prazeres da vida.
Voltando para a capital nas duas próximas reuniões dos amigos do meu marido eu não pude ir, ele foi a uma, enquanto isto, transcorreu uns trinta dias, neste tempo aproveitei para dar uma reciclada em meu guarda roupa, procurei uma conhecida dona de uma boutique de luxo disse a ela que queria umas roupas e umas lingerie mais sexy, ela percebendo minhas intenções providenciou tudo, no melhor estilo e qualidade, antes pegou um fita tirou minhas medidas, para não cometer erros.
Passado este tempo e já provida dos acessórios sugeridos pela francesa tinha uma reunião, desta vez na casa de um dos melhores amigos do meu marido, gerente financeiro da empresa, não sei por que tive cuidado na minha produção, vesti um conjunto de lingerie bem sexy, uma blusa com pequeno decote uma saia mais curta, quando desci as escadas de nossa casa meu marido já esperando em baixo exclamou como você esta bonita e eu pensei quem sabe isto o anima a ser mais caprichoso no sexo, engano meu quando voltamos foi aquele papai mamãe xoxo, um pouco melhor, mas xoxo; chegando a festa percebi que estava chamando a atenção todos ficaram me olhando, examinando, admirando, perceberam logico a minha mudança a Regina chegando perto cochichou em meu ouvido: que mudança em? isto tem algum motivo?, será por causa de quem estou pensado?, não dei muita importância nas palavras dela mas senti a falta do Ney, estava viajando, não sabia, mas dali uns quinze dias a festa seria na casa da Regina e certamente ele estará presente, o que esta acontecendo porque senti sua ausência?.
Interessante para mim o fim dos próximos quinze dias foi esperado com ansiedade, estaria eu gostando de alguém, sentindo falta de alguém, só sei que aquele sábado amanheceu um dia diferente, fui ao salão de beleza, dei uma geral, fiz depilação coisa que raramente fazia, para que, até então não tinha motivo, agora teria?, a noite escolhi entre as roupas compras naquela boutique a que eu achava que mais me deixava sexy, lingerie caprichada, meia 3/8, blusa decotada deixando a mostra parte de meu lindo sutiã, calcinha vermelha, pano molinho, lisinho, pequenininha, saia mais curta com pequena fenda do lado direito, sandália de salto alto.
Desta vez devido ao meu excesso de capricho na arrumação chegamos na festa um pouco mais tarde, senti que minha figura causou impacto, os homens olharam com desejo as mulheres com ciúmes e principalmente o Ney que aproveitando que meu marido saiu cumprimentando os amigos, aproximou dando-me aquele abraço desta vez mais apertado alisando minha cintura até o inicio de minha bunda, foi de novo aquela corrente elétrica, desta vez mais intensa, dos seios até a perereca, senti-a contrair, principalmente depois de dizer: você esta uma deusa, estávamos na sala de visita sentei em um sofá, em frente em uma cadeira estava o Ney, quando cruzei as pernas notei que o Ney olhou, deu um suspiro, ficamos ali por muito tempo e eu percebendo os olhares do Ney aproveitei para deixar ele ver minha calcinha, alguém tinha que ver para eu sentir a aprovação e quem melhor? Fiquei muito tempo cruzando, descruzando, deixando as pernas um pouco abertas o Ney coitado estava desinquieto, o tempo foi passando a bebida rolando, meu marido como sempre exagerando, já era bem tarde quando resolvi ir embora, despedi dos amigos o Ney deu-me aquele abraço falando no meu ouvido: que calcinha linda você esta vestindo, dei um sorriso e me afastei, precisava de alguém que me ajudasse a colocar meu marido no carro um de seus amigos o levou colocou-o no banco traseiro, quando ia saindo o Ney entrou no banco ao meu lado dizendo vou com você como que você vai leva-lo para dentro vou te ajudar, aquilo provocou em mim uma tremenda ansiedade; chegando em casa meu marido foi amparado por mim e o Ney até nosso quarto, colocamo-lo na cama o Ney me ajudando a arruma-lo e ao abaixar meu seios ficou a mostra ele deu aquela olhada, ao sair chegando a porta falei você poderia dormir aqui como irá para sua casa a esta hora ele parou pensou, estávamos na porta do quarto em frente, colocou a mão no portal me puxou foi pressionando meu corpo a porta, me beijava, apertava, eu pensava em reagir meu marido no quarto ao lado, nunca o tinha traído não era honesto, mas o que meu marido fazia comigo era honesto, eu estava com o corpo em brasa, arrepiava dos pés a cabeça o tesão era insuportável, entramos ele me pressionou a parede, uma de suas mãos rapidamente subiu minha saia, senti seu membro duro esfregando minha perereca já molhadinha, as respirações estavam aceleradas ninguém pensava em mais nada, me beijava na boca e descia ao pescoço, delirava, quando tirou minha blusa olhava em meus olhos arrancou meu sutiã, estava tão excitada era boneca em suas mãos, quando começou a beijar meus seios, lamber, chupar, chupava um segurava o outro, aquela boca quente, ia de um ao outro, já estava toda encharcada, ele vendo que me contorcia e puxava sua cabeça, aproveitou e desceu sua mão até minha calcinha alisando minha perereca, colocando-a de lado passou massagear meu clitóris, me fazendo soltar gemidos, deixou de beijar meus seios foi descendo até a minha perereca, tirou minha calcinha, enfiou a língua em minha gruta do prazer, nunca tinha sido chupada, meu marido nunca tinha feito isso comigo, ele deu poucas lambidas me derramei em um intenso gozo, pela primeira vez pude dizer que fui ao orgasmo, agora sim entendo o que as meninas falavam na festa, agora já tenho o que contar, se vou contar, em seguida levei a mão em seu pênis era grande, era maior que do meu marido, era um cassete roliço grosso, veias pulsando, direcionei-o na entrada de minha perereca e pedi coloca Ney quero senti-lo dentro de mim ele foi pressionando-o devagar ele foi entrando abrindo as laterais de minha vagina, fui me sentido toda preenchida, começou um vai e vem lento... gostoso, saía até a cabeça entrava até o pé, foi aumentando os movimentos entramos em delírio foi um enorme e intenso gozo, senti seu esperma quente dentro de mim, pela primeira vez senti um cacete todo dentro de mim e por um bom tempo, creio que o fundo de minha vagina até hoje era virgem nunca ninguém tinha chegado tão fundo, foi tão intenso meu prazer que senti na obrigação de agradecer ao Ney e ele, eu é que estou no céu por ter tido a oportunidade de ter uma mulher linda e gostosa como você se isto não repetir eu me mato, notamos então que já era 6:00 hs levantamos fui ao meu quarto meu marido ainda dormia como um anjo, descemos para a cozinha fiz um pequeno café tomamos e o Ney despediu com um longo e demorado beijo, quase levei-o de novo ao quarto; agora sim tenho motivo para viver, tenho que agradecer a Regina e a francesa, fiquei sabendo depois que foi a Regina que empurrou o Ney para dentro de meu carro naquela madrugada, bendita Regina; esta foi uma das muitas transas que tive com o Ney, aprendi a chupar um cacete e como era bom, a partir daquela madrugada nossos encontros eram sempre regados com muito prazer, que durou por pouco tempo, mas durou enquanto ele permaneceu em nossa cidade até ser transferido, felizmente ele foi transferido senão eu teria me apaixonado e isto não poderia acontecer.
O tempo passou em seguida me formei em veterinária, novamente sozinha dedicava cada vez mais a fazenda para ocupar meu tempo e não pensar besteira, em um determinado dia passando pela cidadezinha próxima a fazenda fiz uma visita a francesa para contar a ela e agradecer pelas aulas que me dera e também fazer um pequeno suprimento para a fazenda quando o proprietário do supermercado me abordou falando: lembra daquele rapaz que você perguntou quem era? Ele fez a mim uma serie de perguntas sobre você, disse seu nome, falei sobre sua fazenda que ele passa próximo a ela para ir até a dele, etc. etc. me pareceu bem interessado, espero não ter feito nada demais, ele não sabia que eu era casada, meu marido pouco ia a fazenda e quando ia não parava na cidade.
Neste dia estava armando chuva me apressei em ir para a fazenda antes que a agua caísse, como ainda era de manhã o tempo deu uma melhorada, cheguei a fazenda antes de chover, lá pelas 17:00 horas encosta uma camionete a esposa do caseiro vai receber a visita me avisa que o Sr. Denys queria me ver, naquele instante não lembrei quem seria só pelo nome, fui a sala quando deparei com o belo rapaz que tinha visto no supermercado e que tinha feito perguntas a meu respeito, cumprimentamos com um aperto de mão e ele foi dizendo que como queria me conhecer e o tempo estava muito fechado resolveu passar na minha casa, os assuntos foram diversos e nem eu e nem ele percebemos o tempo passar enquanto isto a chuva caia sem dó, mandei prepara o jantar era umas 20:00 hs, após a refeição sugeri que ele dormisse em minha casa uma vez que estava chovendo muito e já era tarde, um pouco mais tarde nos recolhemos, eu em meu quarto me olhando ao espelho com aquela camisola transparente, calcinha pequena, sem sutiã e já algum tempo sem uma boa trepada, foi inevitável pensar no hospede do quarto ao lado, como ele estaria?, será que só de cueca?, teria um cacete grande?, o fogo subiu para meu rosto, senti o bico de meus seios endurecerem, procurei me acalmar, deitei levei meus pensamentos para outros assuntos e assim passei algum tempo, resolvi ir a cozinha tomar um copo d’água, esqueci do meu hospede e lá chegando dou de cara com dito cujo levei um susto coloquei as mãos sobre os seios estava descomposta, ele gentil, Suely não tampe não, estava doido para vê-la neste trajes, bendita sêde, pensei então, há pouco não estava pensando nele então que se dane, desci as mãos, fui ao filtro d’água enchi o copo quando ele me agarrou por trás, pegou em meus dois seios me puxou de encontro ao seu corpo, senti seu membro já duro em minha bunda, foi beijando minha nuca, arrepiava toda, não tinha como resistir, caminhamos para meu quarto, jogou me na cama, deitou em cima, senti o calor de seu corpo, estava sem camisa só de calça, sentei para tirar sua calça, ficou só de cueca vi o volume de seu membro, era grande talvez maior do que o do Ney, passei a mão, arranquei sua cueca e cai de boca naquele cacete, comecei a beijar a área em volta, ele já estava totalmente rígido, chupava a cabeça girando a língua sobre ela até que percorri todo ele com a boca, engolia tudo, vendo a cara dele de tesão, quando senti que ele estava pulsando virei e puxei-o para cima de mim, recebendo aquele cacetão em minha perereca que estava encharcada, ele foi entrando, entrando indo até o fundo, eu toda preenchida, com alguns movimentos gozamos profundamente, foi mais um grandioso orgasmo que senti, caímos para os lados exaustos, ofegantes, suados, ficamos de mãos dadas, calados, até nos acalmar, quando então ele queria ir para seu quarto não deixei, queria mais tarde repetir a brincadeira e tivemos outra brincadeira, mas uma brincadeira séria, desta vez tanto ele como eu demoramos a gozar quando aconteceu dei um grande gemido um gemido de intenso prazer.
O dia amanheceu fomos para cozinha à caseira nos recebeu com um leve sorriso maldoso, bom dia D. Suely, o café está à mesa, após o café o Denys despediu fazendo-me prometer que o receberia outras vezes em minha casa e que também iria a sua fazendo visitá-lo, claro que ficou combinado.
Após eu ter a sorte de conhecer o Denys minha vida entrou em um patamar de tranquilidade, ele passava na fazendo eu ia a dele e como isto acontecia em intervalos mais espaçados nossos encontros eram sempre muitos voluptuosos de pura tesão, não corríamos o perigo de cansar um do outro e nem de sermos descobertos, encontros puramente para fins de satisfação carnal.
Eu continuava a suportar meu marido que não era chato, só não fazia sexo direito e neste ponto para mim era conveniente ele subia e logo descia ficava satisfeito e estava cada vez mais orgulhoso da bonita e gostosa mulher que tinha, passou cada vez mais a gostar de me exibir, me incentivava a usar saias curtas, decotes e eu me deliciava com o desconforto que provocava nos homens, os caras não sabiam para onde olhar, seus olhares sempre eram em direção as minhas grosas coxas sempre querendo ver minha calcinha coisa que eu disfarçadamente permitia a mulherada do grupo de amigos ficavam sempre de olho em seus maridos, menos aquelas cinco antes citadas, estas se fosse o caso cederiam seus maridos para mim para ficarem livres, eu no entanto não queria saber de ninguém do grupo para evitar aborrecimento, tanto que já há algum tempo eu meu marido, a Regina e o marido dela nos fins de semana que o grupo não reunia, coisa que ultimamente estava espaçando, íamos para botecos bem movimentados lá nós praticávamos nosso exibicionismo, levando cantadas, indo ao banheiro passadas de mão, deliciávamos com isto, os maridos como sempre bebendo muito; nos lugares que podia dançar aproveitávamos para dar uns castigos em nossos pares os carinhas ficavam doidos alguns chegavam a gozar só no esfrega, esfrega, a Regina que era muito safada permitia coisas incríveis e sempre escolhia um para ajuda-la a levar o marido para casa.
Este tipo de vida durou por algum tempo até que resolvi dar uma maneirada, tornei-me mais comportada, não que abandonasse de vez nossos passeios, mas tornaram-se mais light, afinal de conta hoje estou com 4.9 já era tempo.
Rika65
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Comentários


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camps Comentou em 14/03/2015

Adorei! Você escreve muito bem!!!

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felipezoof Comentou em 13/12/2014

OLA, MINHA LINDA!!! VC TEM MAUITA COISA PRA PROVAR... INCLUSIVE ZOOFILIA!!! BJO, FELIPE

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comedor recife Comentou em 24/11/2014

vc é maravilhosa...

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tricolor33 Comentou em 23/11/2014

Que transformação, adorei. Bjs.

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Comentou em 20/11/2014

Adorei o conto, fiquei com muito tesão. Delícia de mulher!!

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joclacaves Comentou em 20/11/2014

belíssimo relato, adorei....

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safado1234sp Comentou em 20/11/2014

olaaa, essa nas fotos é vc? showwww heim. me add no skype safado1234sp bjbjbjb veja meu /safado1234sp bjbjbjb

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aventura.ctba Comentou em 20/11/2014

Adorei seu conto, simplesmente maravilhoso, teve meu voto. Tenho contos novos postados. Leia meus contos, comente, vote se gostar irei adorar. Bjs Ângela: Casal aventura.ctba

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antoniolobo Comentou em 20/11/2014

Rika, que delicia! Maneirada quer dizer parou ou só diminuiu o ritmo?




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57613 - INOCENTE...ATE QUE...II - Categoria: Traição/Corno - Votos: 12

Ficha do conto

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Nome do conto:
INOCENTE...ATÉ QUE...

Codigo do conto:
56514

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
19/11/2014

Quant.de Votos:
22

Quant.de Fotos:
5


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