Chuva dourada



“OLÁ, VOCÊ ESTÁ OCUPADO ?” “PODEMOS CONVERSAR DE NOVO ?”. Foi assim que eu li na tela assim que eu liguei o terminal do computador.

          Deixa eu explicar melhor. Lá pelo ano de 1992 eu eu era um dos responsável pelo cadastramento de usuários no computador da minha Universidade. Nesta mesma época, quando a rede INTERNET ainda não estava na moda e só quem a acessava eram alunos de graduação e professores de faculdades e centros de pesquisa, eu já trabalhava com a rede e ministrava todos os cursos para estes poucos professores interessados e para seus alunos há 4 anos . Fazia o cadastramento e ajudava-os a dar seus primeiros passos no mundo cibernético.

          Uma certa tarde de julho, com alunos de férias e poucos professores rondando na Universidade, Samara, uma menina loira, 18 anos recém completados, cabelos compridos encaracolados até a cintura, olhos castanhos claros, bem baixinha (mais ou menos 1,55 M) e com seios que mais tarde pude comprovar, uma loucura : grandes, durinhos, bicos rosadinhos e que viviam balançando naquela blusinha sem soutien. Após abrir uma senha para ela no computador, ensinei-a usar as aplicações mais comuns: correio eletrônico e a conversação pelo terminal. Bastou 15 minutos de aula e a danadinha já estava me mandando uma porção de mensagens pelo computador. Antes de tudo cabe esclarecer que para uma conversa pelo computador os dois precisam estar usando o computador na mesma hora e outro fato interessante e excitante é que as conversas são completamente SECRETAS e ninguém pode ler ou gravar mensagens que não são para si próprio. Pessoas de diversas partes da Universidade conversam entre si de forma segura e rápida.

          No dia seguinte, ao ligar meu computador, não se passou 2 minutos e uma mensagem na minha tela brilhou: “Está ocupado, podemos conversar ?” . Respondi imediatamente que não estava ocupado e que tinha inclusive lembrado dela naquele dia. Ela perguntou se era verdade e eu disse que sim. Perguntei se poderia ser indiscreto e perguntar como ela estava vestida naquele dia já que estava calor e a curiosidade era grande. Ela, maliciosa, sabendo estar “protegida” pela tela do computador, respondeu que estava “bem à vontade”. Pedi uma descrição mais detalhada vencendo a timidez graças àquele “escudo” na minha frente e ela disse que iria me dar a descrição e que eu poderia depois comprovar mais tarde se quisesse: uma blusinha fina, saia curtinha sem soutien e com uma calcinha pequenininha. Me assustei com a descrição TÃO detalhada e ela disse que ela deveria estar muito sexy daquele jeito. Ela disse que seu eu quisesse eu poderia matar a curiosidade depois da hora, lá no estacionamento.

          Na hora marcada desci. Meu coração batia a mil. Uma taquicardia incontrolável. Mas fui chegando com meu carro no lugar marcado. Foram os 5 minutos mais nervosos da minha vida. Não sabia o que dizer nem fazer com a menina que tinha conhecido no dia anterior e que parecia tão extrovertida. Enfim me aparece a musa. Uma blusa fina que parecia seda com os seios espetando parecendo que iam furar a qualquer momento. A saia preta de coton, justíssima com a minúscula calcinha realçando aquela bundinha pequenininha e arrebitada.   

          Antes de qualquer coisa, ela entrou no carro e nós não resistimos e nos beijamos. Não pensei duas vezes em convidá-la imediatamente para um chopp. Ela perguntou se não queria propor algum lugar mais “tranqüilo”. Minhas mãos já tomavam coragem para segurar suas coxas. Entendi o recado e em 25 minutos nós estávamos agarrados na ante-sala de um motel nas proximidades.

          Ela não falava muito, respirava forte enquanto eu a agarrava, de joelhos, encostava-a na parede e aos pouquinhos ia tirando sua pouca roupa. Deixei que tirasse o sapato e a meia e beijei todo os seus pés deixando-a arrepiada. Fui subindo pelas suas canelas, repletas de pelinhos loiros, passando minha língua pelas suas coxas e deixando-a louca de tesão. Minhas mãos, bem de levinho, começavam a acariciar os biquinhos dos seus peitos. Resolvi tirar a sua blusa e os peitos que eu tanto idolatravam saltaram na minha frente. Uma escultura !   Não resisti e comecei a mamar naqueles peitinhos maravilhosos . A menina não se continha e já queria arrancar toda a roupa no que foi contida por mim. Eu não tinha pressa, queria idolatrar primeiro meu objeto de desejo. Sem tirar minha boca dos seus peitinhos, desabotoei sua saia e não pude resistir àquela calcinha tão pequenininha. Me fez lembrar minha irmã vestindo as suas bonecas de tão pequenininha que era. Ela pedia e implorava para eu não parar o que eu estava fazendo. Cheguei a calcinha pro lado e coloquei minha língua bem devagarinho no clitóris fazendo a gritar e empurrar minha cabeça contra sua boceta.

          Há essas alturas meu pau estava em ponto de brasa. Levei-a no colo para a cama redonda rodeada de espelhos por todos os lados. Coloquei-a de joelhos na cama e fiquei em pé. Ela não pensou duas vezes e agarrou meu caralho de uma vez e mamou aquela pica como se fosse um sorvete. Quando estava prestes a inundá-la com meu leite, pedi para ela sentar no meu cacete. Ela gemia e gritava:

          - vai meu puto, come essa boceta que ela é só tua ! Eu quero dar para você !! Por favor não para que eu vou go.......zarrrrrrrrr.

          Botei ela de quatro e ameacei colocar na sua bundinha, ela olhou para mim com cara de safada e me pediu para ir devagar que era a primeira vez. Comecei a colocar na sua bundinha enquanto minha mão acariciava seu clitóris. Ela não parou mais de gemer :

          - Coloca mais um pouquinho !!! Isso dói mas é gostoso !!! Hummmm.... Que delícia !!! Assim eu vou gozar de novo ... mais ... mais ......

          Nisso eu falei que não estava mais agüentando. Ela pediu para que eu tirasse da sua bundinha e gozasse na sua cara de puta :

          - Goza, meu tesão ! Goza na cara da sua aluninha , goza .... Deixa eu beber tudinho que eu vou te dar um presente depois ...

          Gozei como um louco, no rosto daquela menina, com cara de criança. Eu não tinha visto nada ainda ...

Ela pediu então que a acompanhasse à sauna. Subiu até o último degrau e perguntou se eu queria tomar banho de cachoeira. Sentei no degrau de baixo e disse que sim. Ela com aquela carinha de adolescente puta , abriu bem as perninhas e da sua boceta raspadinha começou a jorrar uma cachoeira de urina. Ela mijava em mim e dizia:

          - Está gostando do meu mijo ? Então toma mais ... Deixa eu mijar na sua cara ....

Aquilo era inédito para mim. Depois daquele banho ela pediu para secar sua bocetinha com a minha língua. Seu pedido era uma ordem. Chupei até a ultima gotinha de mijo da sua bocetinha, lambi seu grelinho enquanto ela terminava de gozar pela terceira vez com um dedinho enfiado no cú . Adorei tudo aquilo !

          Depois daquele dia passamos a sair, transar e tomar a “chuva dourada” com mais freqüência. Realmente aquela mulher com cara de garotinha e experiência de gente grande me ensinou muita coisa.

         Casais principamente e tambem mulheres que tenhas fantasias parecidas, podem entrar em contato. Bonito, culto, cabelos loiros, olhos verdes, 1,73 e 75 quilos.

Foto 1 do Conto erotico: Chuva dourada


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95209 - Uma fantasia... uma boca....2 seios e muito tesão. - Categoria: Interrraciais - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil calberto2
calberto2

Nome do conto:
Chuva dourada

Codigo do conto:
63160

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
04/04/2015

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
1


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