ABUSADO PELO TIO E O CAVALO DOTADO



Fictício

De férias do segundo ano do ensino médio não tenho muito o que fazer em casa, então resolvi passar uns dias na fazenda do meu tio, para sair um pouco da rotina da cidade grande.
Observo a paisagem de dentro do ônibus. Ele me deixa no começo de uma estrada de terra, onde meu tio me espera do lado de fora do carro. Ele tem 30 anos e cara de 25, barba curta e bem feita, cabelos castanhos, pele bronzeada e corpo definido. Ele me dá um abraço apertado e sinto seu pau tocar na minha barriga, já que sou uns 20 centímetros menor que ele. Fico um pouco sem jeito e quando me afasto vejo o grande volume na calça dele que me cutucou. No caminho da fazenda ele pergunta como está minha família e a vida na cidade. Essas coisas normais de quando se reencontra um parente.
Chegamos depois de uns 15 minutos na estrada. A fazenda é grande e ele tem porcos, gado, galinhas e cavalos. Ele me ajuda a levar minha coisas para o quarto onde vou ficar. Antes de sair ele me dá um tapa na bunda, uma mania dele que sempre me deixa sem graça. Tiro minha roupa nova para colocar uma mais própria para fazenda, ma meu tio aparece quando estou só de cueca. Fico muito sem graça porque tenho vergonha.
    — Vai me ajudar com a fazenda? — ele pergunta ajeitando o pau embaixo da calça apertada. O volume está maior ainda.
    — Vou sim, tio. Só vou trocar de roupa.

Desço para ajudá-lo e o encontro ordenhando uma vaca. Ele me manda sentar do lado dele para me ensinar. Pega por cima da minha mão e me conduz nos movimentos para tirar o leite da vaca. Percebo que ele passa o olho por todo meu corpo. E não consigo deixar de olhar novamente para o volume na calça dele. Fico vermelho e percebo que ele se diverte com isso. Ajudo ele em todas as outras tarefas da fazenda e por último vamos alimentar os porcos. Eu, claro, não tenho jeito pra isso. Um porco esbarra na minha perna e me faz cair de joelhos na lama. Mais uma vez divirto meu tio que ri da situação. Já está escurecendo, mas antes de entrar ele me leva para trás da casa para me lavar. Estou sujo da cabeça aos pés.
    — Fica de cueca, sua roupa está muito suja — ele diz. Eu sem ter o que fazer obedeço. Ele joga água em mim para me limpar. Mas minha cueca é branca e fica transparente. Fico vermelho na hora.
    — Tá muito branco, Bruno. Vai ficar bronzeado trabalhando aqui. Tem malhado na cidade. Tá bem definido, hein?! — fico mais sem graça ainda — não precisa ficar com vergonha não, sou seu tio. — entramos em casa e subo com ele atrás de mim na escada olhando para minha bunda que esta amostra por causa da cueca molhada. Ele me leva até o quarto dele para me dar uma toalha. No dia seguinte acordo com meu tio só de calça me chamando na porta. Ele tem pelos lisos no abdômen e peitoral e com sempre está olhando para o meu corpo (estou descoberto e durmo de cueca). Desta vez ele esta com quatro dedos coçando os pelos púbicos por baixo da calça. Imagino que não use cueca.
Depois de tomarmos café, saímos de novo para a vida no campo: ordenhamos, damos lavagem para os porcos, pegamos os ovos no galinheiro e etc. Meu tio geralmente tem ajudantes, claro, mas essa semana sou só eu. Já estava noite quando eu estava indo para a casa e meu ti me chamou.
    — Espera. Vou te mostrar os cavalos. — ele me leva até o celeiro onde estão os 5 cavalos. Três machos e duas éguas. Ele me leva até um cavalo forte e marrom, o mais manso segundo ele. Então ele começa a fazer carinho no pescoço do cavalo e me manda fazer o mesmo. Até que ele começa a acariciar a barriga do animal e o pau dele começa a dar sinal de vida. Aquilo é enorme, preto comprido e grosso. Ele percebe que estou meio assustada com o pau do cavalo e diz:
    — Ele também é bem assanhado , já comeu até outro macho.
    — Ah — eu digo e forço uma risada.
    — Quer pegar? — fico em silêncio — vai, não tenha medo. — Ele pega minha mão e coloca no monumento do cavalo. Aquilo e quente e minha mão quase não fecha.
    — Você não quer me ajudar na fazenda? O cavalo às vezes precisa de diversão. Masturbe ele.
    — Que? — eu digo soltando o cavalo.
    — Pega a pica do cavalo e bate uma pra ele, agora — ele diz com autoridade. Eu obedeço na hora assustado e começo a masturbar o pênis gigante do cavalo. Meu tio começa a acariciar minha bunda.
    — O que está fazendo, tio Eduardo?
    — Fica quieto garoto. Você não quer passar um tempo comigo? É assim que vamos passar.
Meu coração está acelerado. Estou com medo do que ele vai fazer. Nunca achei que meu tio fosse fazer algo assim. Então ele abaixa meu shorts junto com a cueca. Depois tira minha camisa.
    — Tio...
    — Fica quieto e continua batendo pro cavalo, Bruno.
Ele fica de joelhos e começa a lamber, chupar e cuspir no meu cú. Eu fico boquiaberto com isso. Mas fico surpreso com a sensação maravilhosa.
    — Esse teu rabo é virgem né, Bruninho?
    — S-sim — gaguejo — Ai! — digo em voz baixa quando ele enfia um dedo. Não doeu, mas é desconfortável. Ele começa a tirar e colocar dedo devagar. Aquilo começa a ficar bom e eu começo a gemer baixinho "Ahhh... Hmmm... Aii..."
    — Fica de joelhos, Bruno. Vou meter na sua boca. — Quando me viro ele está sem camisa e com a calça jeans aberta, mostrando seu pau enorme. Acho que só perde para o do cavalo. Eu fico olhando para a cara dele sem reação, até que ele coloca a mão do meu ombro e me põe de joelhos a força. Ele pega minha cabeça e força contra sua pélvis. Sinto o cheiro forte do pau dele de suor de um dia inteiro de trabalho. Ele então coloca o pau na minha boca e força na minha garganta que até dói quando aquilo me invade. Eu engasgo e tiro da boca.
    — Garganta apertada em, Bruninho. Mas vou fazer caber. — Ele tenta meter na minha garganta de novo, mas viro o rosto. Ele da um tapa na minha cabeça e mete com tudo na minha boca, mas não entra nem metade. Sinto o gosto salgado do pré gozo dele. Então ele diz:
    — Respira fundo. — Eu olho para ele confuso com sua pica grossa na boca. Então ele segura com as duas mãos na minha nuca me força contra seu pênis. Aquilo entra inteiro na minha garganta, até eu encostar o nariz nos pelos dele e sentir seu saco grande e quente no meu queixo. Minha garganta parece que vai rasgar com aquele pau, sinto dor e sua pica não deixa entra nada de ar nos meus pulmões. Eu fico o tempo todo tentando empurra-lo, mas ele é muito mais forte que eu. Ele fica uns
20 segundos tirando metade do pau de dentro de mim e colocando de novo. Mesmo assim ele não chega a liberar minha reparação nem por um segundo. Quando ele tira a pica da minha boca eu caio de quatro sem ar no chão cheio de capim.
    — Agora eu vou foder esse seu rabo lindo, Bruninho.
    — Não, por favor. Vai doer, eu nunca dei — digo quase chorando.
    — Pra tudo tem um primeira vez, garotão. — Ele me coloca de joelhos com as mãos apoiadas na cerca de madeira. O cavalo ainda está com o monumento duro e inquieto, meu tio faz carinho para acalma-lo e volta sua atenção para mim. Ele fica de joelhos atrás de mim, cospe em três dedos da mão e lubrifica meu rabo.
    — Por que está fazendo isso — eu pergunto já com uma lágrima escorrendo mo rosto.
    — Porque eu sempre quis meter em você, Bruninho. Esse seu rabo é muito gostoso.
Ele colocou o pau na minha entrada e forçou, a cabeça entrou de uma vez e eu dei um grito. Ele forçou de novo e meteu a pica grossa de 25 cm no meu cú com de um vez. "Aaahhhhh", eu vi estrelas. Nunca senti nada tão doloroso na minha vida. Foi como se ele estivesse me rasgando. Depois de uns 30 segundos parado beijando e mordendo meu pescoço, ele começou a tirar o pau quase inteiro e meter tudo de novo. Mesmo tendo me lambuzado com sua saliva, meu rabo começou a arder.
    — Que delícia de rabo, Bruninho. É apertadinho. Ahhh que delícia... — ele dizia no meu ouvido. Ele metia cada vez mais rápido e com mais força. Eu ouvia o barulho da minha batendo nas pernas dele e sentia seu saco batendo na minhas. E delirava de de prazer gemendo alto: Aaahhhhh.... Aaaiii... Ahhhhh... Ahhhhh..." Ele meteu no meu rabo por uns 10 minutos. Ele tirou a pica do meu cú e ficou em pé. Ele me virou de frente para o pau dele. Estava um pouco sujo.
    — Limpa minha pica, Bruno. — eu olhei pra ele confuso e com nojo — limpa agora, você que sujou! — ele ordenou. Eu obedeci e comecei a chupar. Passava a língua envolta, para não perder o ar enfiando tudo na garganta. Quando terminei ele disse "bom garoto" e me mandou chupar o cavalo. Desse vez eu nem resisti, pois sabia que era inútil. Me ajoelhei e comecei a chupar o cavalo. Era muito grosso e minha mandíbula doeu para entrar a cabeça da pica do cavalo. Eu mau conseguia mexer aquilo dentro da boca. Então só passava a língua no buraco da pica do cavalo. Meu tio parou de se masturbar e disse:
    — Quero mijar, Bruno. — eu já imaginei o que ele queria de mim. Mas olhei indignado para ele, que tirou a pica do cavalo da minha boa e colocou a dele. Forçou até entrar tudo na minha garganta de novo, me fazendo sentir dor e ficar sem ar. Senti aquele líquido quente descendo para o meu estômago. Antes de terminar ele tirou e mijou no meu rosto e no meu peito, fazendo escorrer até o meu pau.
    — Lambe em volta da pica do cavalo, Bruninho. — eu obedeci e comecei a passar a língua por todo o pau do cavalo. Meu tio começou a gemer e gozar na mão, foi uma grande quantidade. Então ele começou a passar no pau do cavalo. Depois ele me levantou e me pôs de pé com as mãos na cerca de madeira na frente do cavalo e cuspiu no meu cú.
    — O cavalo vai te foder — ele disse no meu ouvido e saiu de trás de mim, mas continuou me segurando pelo braço para que eu não fugisse. Eu olhei para ele assustado e em uma fração de segundos o cavalo já estava em cima de mim com as pernas apoiadas na cerca de madeira do lado das minha mãos. Olhei para cima e vi a cabeça do cavalo. Sentia sua pica enorme nas minhas costas e as vezes no meio das minhas pernas, estava tentando meter no meu rabo. Meu tio puxou minha cintura para eu arrebitar minha bunda. Agora eu seu porque ele passou sua goza no pau do cavalo. Ele pegou meu celular no bolso do meu shorts e começou a gravar o cavalo tentando me foder, depois gravou meu rosto de desespero e vermelho de choro. Ele abaixou, pegou no pau do cavalo e assim que colocou na direção do meu cú o cava vez um movimento para frente e aquele pica enorme invadiu meu rabo. "Aaaaaaaahhhhhhh", eu gritei tão alto que os outros cavalos assustaram. Aquilo era tão grande que só entrava um terço dentro de mim. Meu tio gravava tudo. O cavalo insistia e tentava meter mais fundo, a cada estocada doía mais. Até que senti a pica dele passando por algum músculo do meu intestino e entrou a metade. Senti o pau dele dilatar e jatos de porra me inundaram por dentro. Depois o cavalo desceu da cerca e saiu de dentro de mim. Meu tio pegou meu queixo e me deu um beijo forte e demorando, sua língua explorava minha boca. Então ele parou e disse:
    — Vai dormir pelado comigo e com toda essa porra do cavalo no seu rabo, Bruninho.

Pessoal, esperam que tenham gostado. Se tiver bastante vostos eu escrevo uma continuação.

Foto 1 do Conto erotico: ABUSADO PELO TIO E O CAVALO DOTADO

Foto 2 do Conto erotico: ABUSADO PELO TIO E O CAVALO DOTADO

Foto 3 do Conto erotico: ABUSADO PELO TIO E O CAVALO DOTADO


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Comentários


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jose432 Comentou em 31/10/2016

Foquei de pau duro so de imaginar

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garotinhosadafinho Comentou em 01/07/2016

meus parabéns seus contos são muito bons

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kzdopass48es Comentou em 17/05/2016

Muito doido, mas, procuraria dar prazer ao CAVALO. Betto

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luiz carlos5254 Comentou em 26/04/2016

EMBORA SEJA FICTÍCIO, EU ADOREI ESSE CONTO, É MINHA MAIOR FANTASIA CHUPAR UM CAVALO E SER PENETRADO POR AQUELA PICA GROSSA E GRANDE, QUERIA SENTIR TODA A PORRA DENTRO DE MIM....




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico rodrigodogfuck

Nome do conto:
ABUSADO PELO TIO E O CAVALO DOTADO

Codigo do conto:
80067

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
07/03/2016

Quant.de Votos:
18

Quant.de Fotos:
3


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