Chantageada no presídio 1.



Chantageada no presídio 1.

Meu nome é Alessandra, tenho 36 anos, sou morena, alta, magra, bem bonita e tenho um filho de 19 anos, fruto de um relacionamento frustrado de minha adolescência, pois seu pai é um homem ligado ao crime e depois de me usar não quis mais saber de mim. Por sorte ou azar sempre manifestou interesse no filho e isso foi a perdição dele, pois nas visitas que fazia ao pai acabou aprendendo a vida fácil. Meu filho foi preso por tráfico e ficará algum tempo recluso. Na minha primeira visita já passei pelo que considero humilhação, pois mais parecia preliminares para sexo do que propriamente uma simples revista. Logo que comecei a conversar com meu filho, fui abordada por um negro que foi logo pedindo para meu filho sair e antes que eu pudesse protestar alguns homens o pegaram e o tirou das minhas vistas. O homem com fala mansa foi dizendo que precisaríamos conversar sobre a segurança do meu filho. Logo imaginei que ele iria querer algum dinheiro, mas quando fui lhe dizer que éramos pobres e que não tínhamos dinheiro, ele disse uma frase que me deixou arrepiada de temor. Disse que o pagamento poderia ser feito de diversas maneiras e não somente em espécimes. Meu corpo estremeceu só de imaginar seu pedido e foi exatamente o que aconteceu, disse que eu deveria fazer favores sexuais a ele ou simplesmente iria deixar que surrassem meu filho, abusassem sexualmente dele e poderia até acontecer uma tragédia e com certeza isso iria acontecer se eu mencionasse qualquer coisa aos agentes penitenciários sobre a conversa que estávamos tendo. Apavorada estava totalmente perdida, minhas mãos suavam, meu corpo tremia de medo. Até que fui despertada para a realidade quando senti sua mão pesada pousar nos meus ombros e ouvi ele dizer que na próxima quarta feira viesse para uma visita intima com ele, a principio neguei, mas ele muito calmo disse apenas que me aguardava e que minha presença seria a condenação ou não do meu filho, dando um sinal seus amigos trouxeram meu filho e eles saíram caminhando tranquilamente se afastando de nós. Nem pude conversar com meu filho, pois o horário da visita tinha se expirado e tive de sair as pressas. Nesses dias que antecederam a quarta feira, fiquei muito nervosa e apreensiva sobre a situação, mas por fim resolvi que como mãe teria de ir ou condenaria meu filho às piores barbáries dentro do presídio. Acordei de manhã com as mãos frias e com os pensamentos confusos, escolhi uma roupa qualquer e fui para meu sacrilégio. Passei pela revista sob olhares incrédulos das agentes, com certeza elas já sabiam o que iria acontecer e me encaminhei para um cubículo onde seria a visita. Tremula vi ele adentrar, seu corpo tomava toda a porta, somente ai vi que ele era um negro enorme, meio gordo, com fisionomia rústica e mal. Quando ele me olhou abriu um sorriso que fez destacar seus dentes alvos e por incrível que pareça bem cuidados. Sentou no catre do meu lado e foi dizendo que pensava que não amava meu filho tanto, pois faltava pouco tempo para terminar o horário e teríamos pouco tempo para nos divertirmos. Tirou a camisa e pediu para que tirasse a blusa que usava, assim o fiz e fiquei somente de calça e sutiã na frente dele. Senti sua mão pela segunda vez no meu corpo, pousou no meu ombro e foi me acariciando até pegar no meu queixo, então puxou com carinho fazendo-me olhar para teu rosto e vi seus olhos me fitando profundamente, senti um arrepio pelo meu corpo que tenho certeza que pode ser sentido por ele. Passou a mão pela minha face até atingir minha orelha e ficou acariciando meu lóbulo ternamente. Olhava e sorria para mim. Parecia não ter pressa. Tirou meu sutiã e passou uns instante admirando meus seios médios e ainda durinhos e agora arrepiados pela situação, não sabia o que estava acontecendo, mas eles ficaram totalmente eriçados. Passou de leve o dedo pelas minhas auréolas e lentamente abaixou a cabeça e ai sim descobri que tudo que meu corpo sentia era excitação, pois quando seus lábios tocaram o biquinho do meu seio eu quase gozei. Senti sua mão correndo pelo meu corpo que estremecia conforme ele ia caminhando com suas caricias. Eu não acreditava no que estava sentindo, achava que muito era pelo fato de já estar um tempo sem sexo e admito que estava muito carente. Enquanto ia chupando meu seio, segurou me com a outra mão e me deitou sobre o catre. Senti seus lábios passeando de um seio ao outro, enquanto isso sentia sua mão abrindo minha calça. Seus lábios foram subindo pelo meu pescoço e sentia a maciez deles e da sua língua acariciarem minha pele. Já esperava que seus lábios procurassem os meus, mas ele apenas acariciava de leve todo o meu rosto. Nisso meu zíper já estava aberto e puxava com firmeza minha calça. Até uma surpresa para mim, quando ele puxou minhas calças eu levantei o quadril para facilitar. Meu olhar procurou o dele e vi um sorriso de satisfação do macho que tinha sua fêmea sobre domínio. Deixou a calça nas minhas canelas e subiu sua mão em direção da minha buceta, que nesse momento já estava escorrendo de tesão. Quando esperava que ele fosse montar e me comer, seus lábios iniciaram uma caminhada até parar na minha buceta. Passou a língua de baixo a cima e quando senti ela me penetrando atingi um gozo tremendo. Ele ficou sorvendo meu gozo e só depois disso subiu sobre meu corpo e seus lábios se depositaram sobre os meus, fazendo com que eu sentisse o gosto do meu gozo. Estava estática e surpresa com tudo que acontecia, jamais imaginaria que meu corpo sentiria um torpor como o daquele momento. Sentia sua língua entre meus lábios e agora correspondia àquele beijo terno e amoroso. O peso do seu corpo passou a me dar segurança, fui abrindo as pernas convidando-o para o meu corpo, ele ainda de calça fazia sentir seu instrumento duro contra minha buceta. Agora eu desejava intensamente esse homem. Ai ele me proporcionou a ultima surpresa do dia, foi se levantando e sentou ao meu lado, pensei que iria se despir, mas ele simplesmente colocou sua camisa, segurou meu queixo e disse que me aguardava na próxima visita. Deixou me ali estarrecida e ainda cheia de tesão e foi saindo sem nem olhar para trás. Levantei-me e fui saindo sob os olhares de todos no pátio. Peguei o ônibus e segui incrédula até minha casa.

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Comentários


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cristina23livre Comentou em 26/05/2016

muito bom votado

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anya Comentou em 14/05/2016

Delicia de conto, parabens, fiquei molinha e me coloquei na sua situação, é muita excitação junta, nossa mal posso esperar pela continuação, me avise quando postar de novo.

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skarlate Comentou em 13/05/2016

colossal

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cota português Comentou em 13/05/2016

Que tesão de conto. Adorei.

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henriqueadvsp Comentou em 13/05/2016

essas fotos são sua?

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kazado Comentou em 13/05/2016

excitante espero continuação.

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voyspmen Comentou em 13/05/2016

nossa q delicia de conto, não sei se foi real, ou não, mas muito excitante, me deixou com tesão, por acaso vc é evangelica, pois vi os outros titulos dos contos e tem alguns, gostaria de conhecer vc melhor, bjs




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Chantageada no presídio 1.

Codigo do conto:
83242

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
13/05/2016

Quant.de Votos:
31

Quant.de Fotos:
5


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