UM SERVENTE DE PEDREIRO, UMA CAMA E EU



          A pia da cozinha de minha casa estava precisando passar por uma reforma. Contrataram um pedreiro que foi acompanhado do servente ver a obra e fazer um orçamento do material que necessitava para os reparos.
         Enquanto o pedreiro examinava o encanamento, observei que o servente não tiravam os olhos das minhas pernas. Eu usava um short curto e uma mini blusa que mostrava parte dos meus seios desenvolvidos e aquela situação me deixava constrangida. Parecia que me vigiava com os olhos. Todos os movimentos eram calculados meticulosamente. Já me conhecia de vista e sabia que era uma travesti, embora não assumida publicamente, mas tinha o corpo de mulher.
          Depois de fazer o orçamento, o pedreiro me passou a lista do material que precisava para a execução da obra e pediu que pegasse na casa do servente uma sonda para desentupir o ralo da pia até o início das obras. Deixei combinado de buscar a tal ferramenta no dia seguinte, um sábado, mais à tarde, depois que eles terminassem um serviço que não estava concluído.
          O quarto era pequeno, mas aconchegante. Uma cama de solteiro desarrumada em um canto, um guarda roupa médio, uma estante com televisor, som e alguns livros e revistas, uma cômoda com objetos de decoração empoeirados e uma mesa com duas cadeiras onde ele fazia os lanches à tarde.
         Ofereceu-me uma xícara de café, mas preferi não aceitar. O café era de cedo e devia estar frio. Sentou-se em uma das cadeiras e perguntou algumas particularidades de minha vida que preferi omitir durante o inquérito. Parecia um interrogatório de quem estava prestes a abater sua vítima. Era esperto, astuto e audacioso. Sabia colocar as palavras certas, construindo frases maliciosas e provocantes sem, no entanto, ser vulgar para não assustar a presa.

         No íntimo, sabia que aquela visita não era só para pegar as ferramentas para desentupir a pia em caráter emergencial. O servente mostrava claramente que sua intenção era de proporcionar naquela tarde de sábado uma sessão inesquecível de sexo. Faltava o entusiasmo e a coragem que não demorariam a chegar.
       Apressei-me em pegar as ferramentas, mas fui contida pelos braços firmes e enérgicos do servente que me segurou com determinação e jogou-me em seu colo. Senti que seu pênis já roçava a bermuda assim que cai com força em cima de suas pernas peludas.
       Um sentimento de êxtase subiu pelo meu corpo. Estava atordoada com aquela proximidade e ao mesmo tempo sentia seduzida por aquele corpo másculo cheirando a sabonete. Não me contive e deixei as coisas acontecerem até ordenar o pensamento e esperar os próximos episódios.
         Sentindo a minha passividade diante da situação que era, no mínimo embaraçosa, colocou as duas mãos nas minhas coxas e perguntou o motivo do meu arrepio. Não respondi. Preferi deixar que ele tirasse suas próprias conclusões. Subiu um pouco mais o braço e correu pela minha barriga, sussurrando palavras inaudíveis. Chegou até os seios e apertou devagar. Comentou que meus seios eram macios como os seios de mulher. Carnudos, tenros e sensuais. Mantive meu silêncio. Não queria quebrar aquele encanto com palavras que pouco significaria diante daquele momento encantador.
       Mordeu meu pescoço, passando a língua pela nunca e nesta hora deixei que um gemido apertado ecoasse dos meus lábios enrijecidos. Estava entorpecida com os sussurros pornográficos que falava em meus ouvidos. Por fim, mordeu com força minha orelha, enfiando a língua e fazendo círculos o que fez com que meu pênis enrijecesse. Não podia deixar transparecer que estava com o pênis ereto. Com calma levantei e afastei para que o contato físico tornasse mais complexo.
       O servente, com a experiência e a malicia que tinha com mulheres da vida e até mesmo com gays e travestis que visitavam com frequência aquele quarto, levantou e postou-se atrás de mim ordenando-me que tirasse a roupa. Sem mencionar uma palavra, neguei com o gesto abrupto de cabeça. Não insistiu. Pegando minha blusa por baixo, levantou de uma vez e quando dei por mim, estava cobrindo os seios com as mãos. Não sei se por receio ou excitação, queria que as coisas fossem devagar. Um degrau de cada vez, mas quando percebi, já estávamos completamente nus.
       Pediu que eu me deitasse na cama e assim fiz o que pediu deitando de bruços, como costumava fazer. Mordiscou minhas nádegas, passou a língua no meu rego, acariciou minhas coxas e sentando ao lado, me pegou pela cabeça e conduziu-me até seu pênis. Agasalhei mais de 18 centímetros na boca. Neste momento perdi o pudor. Lambi, chupei até engasgar por diversas vezes. Bati com ele no rosto, enquanto ele gemia e me segurava firme pelos cabelos ordenando para não acuar.
       Não queria que ejaculasse na minha boca. Fui mediando os movimentos para que sua excitação não atingisse o limite. Tinha que respirar. Estava ficando sem fôlego. Além de grande, seu pênis era grosso e dificultava a respiração.
         Fez com que eu ajoelhasse na beira da cama, pegou um óleo que estava guardado para essas ocasiões, deixou derramar nas minhas nádegas, fez leves penetrações com o dedo para que lubrificasse bem o ânus e depois de besuntar o pênis, fechou o vidro, jogou em cima da cama e neste momento tomei conhecimento do tamanho da ferramenta que fui buscar.
         Relou toda minhas nádegas espalhando o óleo com o pênis até chegar ao ânus que já latejava de excitação. Antes de fazer a primeira penetração, disse quase em sussurro:
         _Quero comer essa bundinha deliciosa.
         Antes de dar o consentimento, enfiou lentamente a cabeça. Era grosso e senti certo desconforto. Travei. Pediu que ficasse calma. Respirei fundo e relaxei o ânus para que a penetração não fosse dolorida. Com paciência foi fazendo uma penetração inteligente, com movimentos contidos de vai e vem até agasalhar os mais de 18 centímetros onde sonhara a noite toda.
       Ajeitou o corpo de pé atrás de mim, segurou-me forte entre a cintura e minhas coxas e começou a bombear mais forte. Sentia um êxtase incomum. Ficou mais excitado não podendo conter por muito tempo aquele vai e vem, gemi baixinho como quem estava pedindo mais.
       Voltou a ajeitar-se e segurando firme, mandou que eu empinasse mais a bunda e enfiou até no talo. Nessa hora os gemidos foram mais pungentes. Tantos os gemidos dele como os meus. Estávamos embriagados num profundo êxtase sensual.
      _Empina essa bunda e rebola, cachorra. _Ele pedia com insistência.
      Confesso que ainda não estava pronta para atender aquele pedido. Ainda não era uma profissional de verdade. Meu ânus era muito apertado e durante as contrações sentia uma fisgada que não deixava de incomodar. Para não tirar o fascínio que ele experimentava naquele momento fiz o que pediu, rebolando de um lado para outro ao invés de para frente e para trás.
       Com os movimentos mais fortes e o rebolado que incentivava mais o ato, não demorou muito e senti um jato de esperma quente enchendo meu ânus. Mesmo sabendo que estava sem preservativo, não coloquei regras. O gozo seria dentro ou fora, de acordo com sua excitação e prática.
      Deu várias estocadas rápidas e pungentes. Depois foi diminuindo o ritmo e retirando vagarosamente, observando o ânus que estava, até então aberto e arredondado, ir fechando lentamente. Quando o esperma começou a sair, juntou o líquido com a ponta do pênis e voltou com ele para dentro. Deu mais algumas estocadas ferinas e mandou que eu colocasse o esperma para fora.
       _Que delícia! _ Murmurava, vendo a quantidade de sêmen saindo como uma cachoeira entre espuma e líquido.
       Solicitou com educação e habilidade que eu chegasse para o meio da cama e ajoelhou por detrás, cheio de más intenções e querendo excitar mais sua cachorra, perguntou se gostava de levar de quatro. Disse que sim. Era minha posição preferida, estimulava e facilitava a penetração.
       Sem muitos rodeios, voltou a encostar a ponta do pênis do meu ânus e senti que ele penetrava com mais facilidade do que a primeira vez. Com a lubrificação do esperma no canal retal, os movimentos eram mais rápidos e quebrando o meu silêncio, perguntei?
       _Tá comendo o cuzinho da sua cachorra, tá?
       _Que bunda deliciosa. Você tem um cu delicioso, menina. _Disse com a voz contida pelo tremendo esforço físico que fazia nos movimentos de entra e sai ininterruptos. Vez ou outra parava, tirava de dentro, voltava a colocar a cabeça e tornava a tirar. Queria evitar uma segunda ejaculação sem saborear tudo que eu tinha para oferecer.
       Quando senti que estava prestes a gozar, comecei num ato de pura falta de pudor a me masturbar. Queria gozar junto com ele. Queria que sentisse meu ânus quente mordiscando seu pênis enorme e grosso. Ao perceber minha intenção, gritou alto no meu ouvido:
       _Goza, cachorra. Quero ver esse cu delicioso mordendo meu pau.
      Sentindo que era chegada a hora, aumentei a força na fricção com meu pênis e gemi alto quando senti que meu ânus mordia firme seu cacete e que gozavamos juntos num prazer inigualável.
       Foi um momento mágico. Perpetuo. Sublime. Já tinha tido outras experiências, mas o clímax que se formou naquele quarto desde a hora que entrei tornou o feito esplêndido.
       Depois de sentir todos os prazeres, tirou o pênis devagar e voltou a pedir que deixasse o esperma sair. Não precisei fazer muita força. Era uma quantidade monstruosa e senti saindo como uma cachoeira e escorrendo pelas coxas até pingar no lençol.
       Fizemos a higiene habitual depois destas ocasiões e sentamos para conversar um pouco antes de levar a sonda para meu pai desentupir a pia. Estava extasiada. A respiração ainda ofegante. Às vezes cortava as palavras ao meio, faltava fôlego, mas a medida que a conversa fluía, foi voltando a normalidade e combinamos de outros dias repetirmos aquele programa.
       Despedimos com brandura e antes de deixar o quarto, confidenciei bem dentro de seu ouvido,” um servente de pedreiro, uma cama e eu”.


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Comentários


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coroa55 Comentou em 24/08/2016

Bom d+delicia conto

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Comentou em 11/07/2016

Bom dia querida amiga e escritora Marinna. Certamente também considero uma honra ter sua preciosa amizade e também apreciar e comentar seus maravilhosos e excitantes contos. Não escreverei sempre, mas saiba que meus votos são sempre certos em suas deliciosamente sensuais e bem escritas publicações. Bjs em teu coração!!!

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taradinho25 Comentou em 05/07/2016

Quero transar com você Marinna. Delicia de bunda.

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Comentou em 05/07/2016

Boa tarde, querida e ilustre Marinna. Que conto delicioso e excitante você nos trouxe aqui. Belísimo e sensual conto que certamente mereceu meu voto.

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Comentou em 05/07/2016

Boa tarde, querida e ilustre Marinna. Que conto delicioso e excitante você nos trouxe aqui. Belísimo e sensual conto que certamente mereceu meu voto.

foto perfil usuario skarlate

skarlate Comentou em 01/07/2016

muito bom

foto perfil usuario pintorsafadointrsp

pintorsafadointrsp Comentou em 17/06/2016

Delícia.. Imagina um pintor safadao Fazendo um serviço no seu ape.. Sem cueca e com pau duro tempo td te atiçando.. Parabéns pelo seu conto...

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allonealves Comentou em 05/06/2016

Delicia de conto

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isabela Comentou em 31/05/2016

Adorei!!

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escaminosfly Comentou em 26/05/2016

Fantástico

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escaminosfly Comentou em 26/05/2016

Fantástico

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matusiko Comentou em 26/05/2016

Pedreiro de sorte amigo.

foto perfil usuario kzdopass48es

kzdopass48es Comentou em 26/05/2016

sortudo! betto

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oldmanrj Comentou em 24/05/2016

Delícia de conto!

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solitur Comentou em 22/05/2016

Perfeito. Despedimos com brandura e antes de deixar o quarto, confidenciei bem dentro de seu ouvido,” um servente de pedreiro, uma cama e eu”.

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botuk Comentou em 22/05/2016

Formidável!

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manosafo Comentou em 22/05/2016

que conto delicioso

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depolli Comentou em 22/05/2016

Extasiado gozei demais me deu vontade de ser o pedreiro votado

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gordobi Comentou em 22/05/2016

adorei gozei gostoso

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terranova Comentou em 22/05/2016

Muito Bom !!




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Ficha do conto

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marinna

Nome do conto:
UM SERVENTE DE PEDREIRO, UMA CAMA E EU

Codigo do conto:
83570

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
19/05/2016

Quant.de Votos:
111

Quant.de Fotos:
0


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