Um vizinho me ensinou a bater punheta



Um vizinho me ensinou a bater punheta.

Era um sábado à noite, minha mãe estava passando mal e meu pai teve que leva-la ao hospital e pediu para um vizinho nosso deixar seu filho Leandro ficar em casa comigo.

Leandro era um rapaz de dezoito anos, estudava a noite e estava desempregado. Nós gostávamos muito dele! Ele era divertido, jogava bola comigo e vivíamos tirando queda de braço entre outras brincadeiras.

Assim que ficamos sozinhos fomos para a sala assistir televisão, Leandro estava sentando no sofá eu deitado com minha cabeça apoiada em uma de suas pernas peludas. O filme estava um tédio, eu estava inquieto, mas de repente Leandro me dá um cutucão na costela me fazendo cócegas, dei um pulo e, entrando na brincadeira, já parti para dele também. Eu vestia um short curto que só usava para dormir e ele estava de bermuda de um tecido fino. A todo custo eu tentava fazer cócegas nele, mas nem chegava perto. Em um momento passou uma propaganda na TV e eu parei para ver, mas fiquei sentado em seu colo e apoie minhas costas em seus peitos, então Leandro me abraçou e ficou passando as mãos em minha barriga e peito e logo senti algo duro embaixo de mime eu fiquei me mexendo só para sentir aquilo na minha bunda.

Leandro respirava fundo e quebrou o silêncio perguntando seu já batia punheta. Eu não tinha a mínima ideia do que era punheta e diante de meu olhar de ponto de interrogação ele me explicou que era pegar no pinto e movimentar a mão para a frente e para trás.
- E é gostoso? – Perguntei olhando meio de lado para ele.
-É muito gostoso! – Respondeu Leandro. – Faço todo dia!
Enquanto conversávamos com eu ficava roçando minha bundinha no volume de Leandro, que forçava a cintura para cima para me encoxar.
Já não aguentando mais, Leandro coloca suas mãos nas laterais de meu quadril, e fica como que rebolando o pau em minha bunda.
- Você já fez hoje? – Perguntei.
- Hoje ainda não, mas mais tarde vou fazer!
- Então faz agora! Quero ver como é.

Leandro tirou o pau para fora da bermuda, e deixou saltar aquele cacete moreno, que para mim, parecia muito grande e grosso e começou a manipula-lo. Eu me ajoelhei entre suas pernas, apoiei os cotovelos no sofá com minhas mãos apoiando meu queixo e fiquei ali vendo aquele pinto ser manipulado.
Nessas alturas meu pau não parava de latejar dentro do meu short e cada vez que Leandro punhetava sua rola quase encostava em meu rosto.
- Deixa eu fazer para você? – Pedi para Leandro.
- Até deixo, mas você tem que jurar que não vai contar nada para ninguém. Isso tem que ficar só entre nós dois! Posso confiar?
- Pode! Juro que não vou contar nada para ninguém. Ele tirou a mão do cacete e escorregou o corpo, ficando meio que deitado no sofá, e eu, entre suas pernas, peguei seu caralho com as duas mãos e comecei a bater para ele.
Nossa! Como foi gostoso sentir aquele pedaço de carne roliça, dura e quente entre minhas mãos! Depois de uns minutos meus braços comeram a se cansar. Leandro sentou-me em seu colo e disse que queria ver se meu pau estava duro, quando abaixou meu pinto saltou para fora, ele então, com sua mão enorme tocou no meu pau e meu saco e ficou me punhetando devagar, depois perguntou se podia me chupar, respondi com um meneio que sim e quando senti meu pau dentro da boca dele quase desmaiei. Aquela sensação, até então, foi a melhor que tive na vida.

Leandro chupava meu pau e meu saco e num certo momento ele tirou meu short, levantou minhas pernas e começou a chupar meu cuzinho. Senti um arrepio da nuca até o final da coluna e involuntariamente soltei um gemido baixo. Leandro vendo que havia gostado se aproveitou, ele afundava a língua no meu rabo, a sensação era indescritível, e eu não queria que ele parasse. Depois de uns quinze minutos chupando meu cu, Leandro sentou-se ao meu lado no sofá, eu estava todo tremulo, e pediu para que eu o chupasse também. Segurei seu pau com as duas mãos e meio sem jeito, baixei minha boca naquele cacete e comecei a chupa-lo. Como o cacete de Leandro não cabia em minha boca eu comecei a lambe-lo e lambia como se fosse um pirulito. Eu descia minha língua até o saco e ia subindo devagar, ele gemia gostoso.
- Nossa! Você sabe fazer alguém gemer, né moleque?
Eu ouvia e ficava satisfeito por estar fazendo um “bom trabalho”. Minutos depois minha boca estava dando câimbras e eu parei. Ele se deitou no sofá e pediu para que me deitasse em cima ele e me encavalei sobre Leandro, que me ajeitou de modo que seu pau ficasse entre meu rego e sentir aquela pica gostosa roçando meu cuzinho foi muito bom. De repente Leandro me pega no colo e me leva para a cama, lá ele me deita de bruços abre meu rego e mete a língua novamente, dessa vez eu não aguento e começo a empinar e baixar, nesse movimento meu pau se esfrega no colchão e a sensação é ótima, Leandro enterra seu rosto no meu rego e sua língua no meu cu, eu sinto tanto tesão que quase tenho espasmos.
- Ah seu moleque gostoso! – Ele fala. – Quero muito colocar meu pau nesse seu cu! Que tesão nesse seu rabo...
Eu me contorço, gemo, chio, estremeço aquilo estava muito gostoso, Leandro olha para mim e pergunta que pode comer meu cuzinho, respondo que sim, ele mais uma vez dá uma chupada no eu cu, monta sobre mim, seu pau escorrega entre meu rego, ele ajeita e encosta a cabecinha do pau no meu cuzinho que piscava muito, então Leandro fica sobre mim, mas não solta seu peso, ele fica apoiado nos joelhos e nos cotovelos e dá uma cutucada de leve, sinto a cabeça de sua rola na entrada do meu rabo, ele força um pouco, sinto um desconforto e dou uma encolhida, ela fala para que relaxar, mas não tem como, pois apesar de estar gostando de ter aquele cara sobre mim, estou com medo. Ele cutuca novamente e entra um pouco mais, a dor é forte, sinto meu cu doer, enfio a cara no travesseiro e gemo baixinho, mais uma cutucada e entra mais um pedaço e por fim ele atola tudo no meu furico. Eu começo a arfar, dói demais, ele dá uma latejada com o pau atolado, eu grito com a cara enfiada no travesseiro, o que abafa o som.
Leandro encosta a boca em minha orelha e pergunta se eu quero que ele tire, respondo que não, apesar da dor estou gostando da situação, ele me morde minha orelha, mordisca minha nuca e então começa um vai e vem muito devagar depois de uns minutos, já com o rabo escorregadio ele começa a meter de leve, sinto seu pau saindo um pouco e entrando de novo, ele faz isso umas três ou quatro vezes, então tira tudo e atola de novo, desse momento em diante a dor foi passando um pouco e fui relaxando. Leandro estava com o peso se seu corpo sobre mim, minhas pernas estavam fechadas entre as pernas dele e seus braços me abraçavam por baixo e suas mãos me seguravam pelos ombros, ele me fodia sem dó, sua rola entrava e saia e de repente ele me aperta contra seu corpo, geme alto e sua pica lateja dentro de mim e sinto a porra saindo de seu pau e se alojando dentro de mim. Depois de encher meu cu de porra, Leandro, num movimento rápido, virou-se com as costas para a cama, mas em tirar o tarugo do meu cu e começou a bater uma punheta para mim. Dei umas reboladas gostosas no seu pau e rapidinho gozei, meu cu mordeu o pau de Leandro minha porra rala escorreu por minha barriga.
Fiquei uns quatro dias sentando meio que de lado, mas quando sarou...


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Comentários


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lumafakela Comentou em 11/01/2017

Amei o conto. Muito detalhado e crível. Parabéns.




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Ficha do conto

Foto Perfil gostodepunheta
amigopunheteiro

Nome do conto:
Um vizinho me ensinou a bater punheta

Codigo do conto:
95474

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/01/2017

Quant.de Votos:
8

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0


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