Quase um corno feliz. Esposa no ponto certo pra virar putinha.



Escrever meu primeiro relato aqui, dias atrás, relatando o meu desejo de ser corno foi libertador, terapêutico até.

Complemento aquela primeira história com a que segue, dando mais detalhes sobre nossa vida conjugal e essa situação de "quase" corno feliz em que me encontro.

Para quem não leu o conto 98342 - Paliativo para um corno iniciante, publicado em 21.03.2017,segue aqui apenas um trecho, levemente alterado, a fim de contextualizar. Quem já leu pode pular e ir direto para a parte nova, inédita:


"Tenho 39 anos e sou casado há quase 8 com uma mulher de 35, a qual considero parecida com a atriz Claudia Abreu, só que mais jovenzinha. Tive pouquíssimas mulheres na vida, envergonhado que sempre fui por ter um pinto pequeno (12 cm duro) e ejaculação precoce. Em contraponto a isso, minha linda esposa, mesmo sendo mais jovem, teve muitos parceiros antes de me conhecer, uns 20 ao todo. Sempre foi claro para mim, desde o início, que ela gostava muito de sexo, era boa no assunto, e já tinha experimentado de tudo. Logo de início, porém, nossa relação se viu um pouco prejudicada pelo fato de um amigo, querendo me alertar para que eu não tivesse desilusões, ter me contado algumas histórias do passado dela, de uma época anterior em que ela havia trocado bastante de namorados e premiado alguns com chifres. Eu me questionava, "como essa mulher está comigo?" Ela era mesmo muita areia para o meu caminhãozinho. Eu sabia que ela não estava comigo por interesse financeiro. Somos da mesma classe social. Sou um cara bonito, tenho qualidades. Mas eu não possuia algumas qualidades que eram importantes para ela. Até quando ela aguentaria ser mal comida por mim? Não teria ela saudades de uma foda bem dada? Me trair ou me largar seria uma questao de tempo. Mas eu estava apaixonado demais. E nosso namoro foi durando. Com o tempo minhas inseguranças iniciais foram aumentando. Fui ficando paranoico, só pensava nela me traindo. Meu ciúme tomou proporções gigantescas. Isso passou a prejudicar nossa relação. Começamos a ter rompimentos e retomadas. Passei, aos poucos, não só temer ser traído, mas a imaginar suas transas do passado. Ficava sofrendo, pensando nela com seus namorados antigos. Imaginando suas trepadas, imaginando ela gemendo com outros, imaginando ela gozando na pica de outros. E sofria com isso, não conseguia trabalhar. Eu a importunava cada vez mais também, questionando-a sobre seu passado. No começo ela foi tolerante, dava respostas amenas, desconversava. Com o tempo passou a me responder com sinceridade brutal os questionamentos que eu fazia. Eu a questionava para quantos ela havia "dado", para quantos havia "dado o cu", se gostava de pau grande, se isso, se aquilo. Ela, depois de alguns meses de paciência, passou a dar respostas na lata, do tipo, por exemplo, "te amo sim, mas gosto de pau grande também", ou "o teu é pequeno, mas tudo bem, não é tão importante, o que vc quer que eu diga?".Chegou um ponto em que não sabíamos mais porque estávamos juntos. Nem ela, nem eu. O fato é que, um dia, quando já tínhamos, entre idas e vindas, uns dois anos de namoro, comecei a perceber que, no fundo, eu gostava de imaginá-la com outros homens. Era algo que me dava ciúme e tesão ao mesmo tempo. Eventualmente, me surpreendi um dia de pinto na mão, me masturbando imaginando ela com outro. E vieram outras punhetas, dia após dia. Passei a me masturbar diariamente pensando na Mari transando com outros. E acabei abraçando esse desejo de ser corno. Eu a imaginava nas mais diversas situações, dando para meus amigos, dando para dois ao mesmo tempo, dando pro chefe na mesa do escritório, etc. Incrivelmente minha relação com Mari começou a melhorar. Parei de chateá-la, de ter tanto ciúme.Passei a arquitetar formas de tentar satisfazer o desejo de vê-la com outro, sem, sucesso. Afinal eu também tinha medo. Nós eventualmente nos casamos sem que Maris soubesse sobre meus desejos. Até que um dia, ela mesma, sem saber, fez algo que mudou nossa vida: Estávamos em uma balada já meio alcoolizados. Ela me pegou olhando para uma mulher e ficou muito brava. Eu não queria briga e fui pegar uma bebida. Quando voltei para a pista de dança, a vi dançando para um rapaz, intencionalmente para me irritar. O rapaz estava encostado numa pilastra, há uns dois metros dela, que dançava sozinha, de costas para ele, rebolando excessivamente   A cena durou uns cinco minutos. Senti muito tesão. Fomos para casa e transamos como há muito não transávamos. Durante a foda, a xinguei de puta, vagabunda, e ela gostou. Eu nunca havia feito isso. Falei varias vezes, enquanto a comia: "você gosta é de caralho né safada, gosta de ser arrombada né!?!?", ao que ela respondeu durante toda a trepada que era safada, putinha, que adorava um pintão fodendo a bucetinha dela.Terminada a transa a gente nem conversou a respeito. Vi que ela tinha gostado e vice-versa, bastou. A partir daquela noite, nossas transas passaram quase sempre a ser recheadas desse tipo de conversa. Nossas brigas, que já tinham diminuído muito, seguiram diminuindo. Eu compensava meu pintinho pequeno e a ejaculação precoce com muito sexo oral e entusiasmo: passei a comprar lingeries ousadas para ela, coisas de sex shops, vibradores, passamos a assistir filmes pornôs juntos. E passei a incentivá-la a usar roupas ousadas, a sempre estar de salto alto, a usar decote, saias curtas, vestidos justos. Foi, naturalmente, algo paulatino e nada vulgar. Com o tempo, retomei com ela aqueles papos sobre as transas passadas dela, mas tudo em outro tom agora. Faziamos isso na cama, transando. Eu pedia para ela me contar alguma putaria da juventude dela e demonstrava prazer em ouvir, pedia para ela me chupar enquanto contava, depois a comia perguntando se ela tinha saudade de dar pro fulano ou beltrano, ao que ela respondia, sempre gemendo, coisas como: "eu adorava amor, adorava a pica dele na minha xoxota". Não demorou muito para, num dia desses, enquanto ela me fazia um boquete, me perguntar, com vez fininha e cara de safada: "fala a verdade, você adora me imaginar com outros né meu corninho?". Me restou dizer que adorava sim e que tinha adorado vê-la rebolando para outro, meses antes, naquela balada. Sem parar de chupar, e mantendo o sorrisinho no rosto, ela arrematou, com voz manhosa: "quer ver de novo amor, quer? quer me ver rebolando gostoso pra outro?" Naquela mesma noite escolhemos uma danceteria e, após ela se enfiar em um vestidinho curto e colocar uma microcalcinha, fomos pra balada. Desde então, temos, reiteradamente, sempre uma vez por mês pelo menos, saído para danceterias para fazer nossas "brincadeiras", inspiradas no que aconteceu naquela primeira noite. O script atualmente,consiste basicamente no seguinte: Ela dá uma calibrada na bebida, fica soltinha. Eu fico dançando com ela, mas às vezes dou uma saidinha e a deixo sozinha na pista. Ela, aos poucos, depois de escolher algum felizardo para agradar, se posiciona estrategicamente com a bunda virada para o cara e começa um showzinho. Vai rebolando, bem safada, se exibindo pro cara, provocando, empinando a bunda, se oferecendo mesmo, como que convidando o cara para encoxá-la. O que ela gosta de fazer também, dependendo da situação, é subir o vestidinho ou a saia, a parte de tras, expondo um pouco o bumbum, ainda que muito rapidamente. Isso só fazemos, porém, quando estamos em um cantinho mais reservado mesmo. Dependendo, ela chega a subir mais a saia, expondo quase metade a bunda, ainda que rapidamente, em flashes. Às vezes, como já falei, eu saio e a deixo sozinha na pista um pouquinho. Muitas vezes, quando saio,o sujeito tem a audácia de chegar nela. Ela permite encoxadas, permite fungadas no pescoço, mas não beija. E aí vamos embora rindo para transar feito loucos em casa. No trajeto, ela me provoca contando o quanto tava com tesão, o quanto sentiu o volume do sujeito na bunda dela, se era grande ou não, o quanto tava duro, que ficou molhada, que adora rebolar para outros machos na minha frente, etc. Mas termina aí. Não fazemos mais que isso não".

Pois bem então.

O que não relatei no conto anterior foi que, acredito eu, o meu desejo de ser corno da Mari foi despertado também por uns diários dela que li, ainda no começo do nosso namoro mesmo. Inseguro que eu estava, percebendo que ela era muito boa de cama e lembrando de algumas histórias que um amigo tinha me contado dela, um dia resolvi fuçar em suas coisas, enquanto ela tinha dado uma saída. E quem procura acha. Encontrei vários diários dela, peguei uns dois, guardei o resto, e escondi para ler depois. E, quando li, me lembro bem, fiquei horrorizado. Meu coração veio na boca. Um misto de desprezo por ela, com uma tristeza por me ver em uma situação que, para mim, me obrigava a por um ponto final no relacionamento. Na época eu tinha uns 29 anos e ela uns 25, namorávamos há um ano.

Nos tais diários, Mari fazia relatos praticamente diários, como o nome diz, sobre sua rotina. Todo dia escrevia algo. Mas o que se sobressaia mais, pelo menos aos meus olhos, eram os relatos das transas dela. Tinha relato de tudo quanto é jeito. Em resumo, o que se extraia era que ela transava (ao menos na época coberta pelos diários que eu li) umas três meses por semana, regularmente, só que com homens diferentes. Na verdade, no período de aproximadamente um ano que li, ela teve uns 15 parceiros mais ou menos, "ficantes", entre os quais ela revezava sua xoxota. Foi um período em que ela estava sem namorado. Dos períodos em que ela teve namorado na vida, aquele meu amigo já tinha me contado alguns, inclusive, de uns chifres que ela teria colocado em uns dois. Eu não sabia o que era pior. Enfim.

Nos diários havia relatos dando conta dela sair com um sujeito na quarta, outro na sexta e outro no sábado. Dava para um cara na sexta, dormia com ele no motel e, no sábado à tarde, já tava dando para outro em algum churrasco. Ou saia com um no sábado, transava, e saía com outro no domingo à noite. Havia semanas que dava para um só, mais fixo. Outras para dois, outras para três até. Em mais de um relato chegou a confessar ter dado para dois no mesmo dia, em períodos diferentes. Os detalhes dos relatos variavam, uns curtos outros mais detalhados, mas nunca muito detalhados. Não tinham estrutura de conto erótico. Exemplificando, agora de cabeça e com a memória falha, eram mais ou menos assim: "Saí com o Leandro do trabalho ontem. Fomos ao cinema, comédia romântica com Sandra Bullock, fraquinha. Na volta motelzinho básico"; "Chegando em casa agora, 10h da manhã, noite longa, pernas bambas, o Gérson é foda mesmo"; "Final de semana viajei para tal lugar e tive que ligar para o Anderson, tava com saudade dele, mas não transamos tanto dessa vez, ele ta namorando uma dondoca"; "Fui a um barzinho com o Ricardo da faculdade, na volta estava meio cansada, rolaram uns amassos no carro mesmo e um boquetinho rápido, nada mais".

Porque que essa mulher mantinha diários para escrever essas coisas (embora não fossem as únicas coisas dos diários) eu não sei. Mas os relatos eram evidentemente verídicos. Uma situação chamou a atenção. Ela estava tentando retomar um namoro com um ex. Durante esse período de retomada, ficou sabendo que um outro ex dela, por quem ela ainda era apaixonada, estaria na cidade, vindo de fora. Ela ficou uma semana inteira dando para esse segundo, enquanto evitava o "namorado", salvo por um dia, em que, ossos do ofício, acabou dando para os dois, para um de manhã e para outro à noite.

A leitura desses diários mexeu muito comigo. Acabei terminando o namoro. Mas eu era apaixonado por ela. Isso que me deixava doido. Eu pensava que ela não servia para mim, mas não conseguia ficar longe. Acabamos voltando. E, nesse contexto todo, fui ficando paranoico, como relatei no primeiro conto cujo trecho está transcrito acima. Começamos a brigar muito e foram muitas idas e vindas. Eu só pensava nela trepando com outros. Um detalhe que a fortaleceu, foi que, no fim das contas, era sempre eu que pedia para voltar. Voltava como um cachorrinho. Discutíamos feio nesses processos: "ué, mas você não diz que sou puta, porque quer voltar comigo?" dizia ela. Nos xingávamos mutuamente, um lance destrutivo mesmo. Fui ficando meio submisso a ela, creio. Ela era, e é ainda, muito bonita e gostosa, a mulher mais gostosinha com quem já fiquei na vida. Era como se eu não me sentisse à altura dela. Mari é branquinha, magrinha com formas, não tem barriga. Não tem bundão nem peitão, mas tem uma proporção de quadril quase perfeita e uma bundinha pequena e empinada, pernas bonitas de menina de 25 anos ainda.

Ela começou a ver que me dominava. No começo eu a pressionava sobre seu passado, queria saber, a acusava, a xingava, ela chorava, dava respostas evasivas. Aos poucos, com o aumento das brigas e o fim da paciência, veio o aumento do tom das respostas dela, quem levava a pior nas discussões era eu. Certa vez, me lembro bem, em meio a uma briga feita, ela me humilhou: "e esse pintinho pequeno heim, cadê, cadê o pintinho pequeno seu merdinha?". Ela fez isso meio rindo, debochando, pegando no meu pinto pela calça, como quem não consegue achar o que está procurando. Eu já disse no outro conto que, quando inquirida idiotamente por mim com perguntas do tipo "você gosta de pau grande?" ou "para quantos você já deu na vida?" ela, de início, respondia vagamente, contemporizava, sendo que, depois de uns meses, passou a responder essas perguntas com absurda sinceridade. Numa dessas, que não relatei no outro conto, ela contou, enfurecida comigo, para me humilhar mesmo, que o tal Anderson tinha o maior pinto que ela já tinha visto, que era o dobro do meu e que ela adorava, que a machucava, mas mesmo assim ela adorava, gostava de olhar, de pegar, de chupar e, mesmo doendo, de sentar. Questionada por mim se havia dado o cu para ele já, respondeu na lata: "já dei sim, dei muitas vezes, e daí, vai fazer o quê, quer terminar? termina."

Em um casamento de uma amiga, uma vez, não havíamos sequer brigado, estávamos bem, mas ela começou a descaradamente dar bola para um sujeito que estava na nossa mesa. Eu não acreditava. Fiquei estático, sem reação, meio humilhado, desanimado, pensando comigo "porque eu ainda estou com uma filha da puta dessas?". Em um determinado, ante à minha inércia e considerando o contínuo descaramento dela, que não tirava o olho do cara e só fazia piadinhas com ele, o sujeito, que não era bobo, começou a cortejá-la também. Lógico. Quem não o faria? Namorado bobão ali do lado, quieto, a mulher querendo aprontar, o cara começou a cantá-la. Eu não sabia o que fazer, estava travado. A certa altura, meio humilhado, encerrei a noite, sem explicar. A peguei pelo braço e fomos embora. Ela foi me xingando, dando escândalo. Brigamos feio no carro. Houve, infelizmente, mais de uma situação como essa.

E eu terminava o namoro e voltava pedindo desculpas depois. E foi, nesse contexto que, como já relatado, comecei a perceber que eu tinha era tesão nisso tudo. E foi só então que nossa vida começou a melhorar e as brigas terminaram.

Enfim, o que percebo é que nisso tudo, nesse desejo meu de ser corno, há muito uma questão de submissão a ela, uma mulher que considero muita areia para o meu caminhão, que considero está acima de mim. Entra nessa conta o meu pinto pequeno, minha ejaculação precoce, a beleza dela, a experiência sexual dela, a safadeza dela, a personalidade forte dela, a forma como tomei contato, por fofocas, confissões e os diários, sobre o passado dela.

Hoje, olhando para trás, tenho a certeza de que ela me traiu naqueles primeiros dois anos de namoro. E me traiu muito. Vejamos: já tinha traído outros namorados na vida; na tinha saído com homens comprometidos; em mais de uma oportunidade deu bola para outros homens na minha frente; chegou a se insinuar acintosamente, rebolando e empinando a bunda, para um desconhecido em uma balada, para provoca-lo (sem o meu consentimento, diferente, portanto, do que passamos a fazer depois); transou com mais de 20 homens na vida, ela mesma não tem as contas exatas (apesar dos diários), provavelmente quase 30; gosta de pau grande; namorava um cara de pau bem pequeno, eu, com ejaculação precoce. Oras, é claro que essa mulher deu para outros enquanto me namorava. Fui corno sim, embora não do jeito que eu gostaria. Ela nunca admitiu e eu nunca perguntei. Não precisa.

Isso tudo, porém, já passou. Agora, feliz estamos com nossas brincadeiras nas baladas, quando ela dança provocando outros homens e rebolando para eles na minha frente, quando é encoxada por trás ou quando deixa a saia subir um pouquinho para que algum felizardo veja a polpa da bunda dela, quando me conta depois que ficou excitada fazendo isso, ou que sentiu o pau do sujeito atrás dela, quando transamos falando putaria um para o outro e ela diz que adora um pintão na bucetinha dela.

E a Mari nisso tudo? Ela gosta. E ela me ama sim, por incrível que pareça. E sente muito ciúme de mim. Não posso olhar para o lado, não posso olhar para mulher alguma. Ela tem uma possessividade muito grande. É um troço muito louco mesmo.

Um outro tipo de brincadeira que a gente tem feito, também como paliativo para aplacar esse meu desejo de ser corno, e que é algo que também a excita, consiste em irmos para alguma resort de praia e, lá, ela ficar se exibindo com biquínis muito pequenos. Já fizemos isso em um hotel no Nordeste, uma vez em Aruba e outra em Punta Cana. Não fazemos em lugares em que há predominância de famílias com filhos, mas em lugares que abundam casais e grupos de solteiros. Eu mesmo compro os biquínis para ela. Já cheguei a compra-los até em sex shops. São peças bem pequenas, quase que indecentes. O corpo dela, sem pelancas, permite. Mas uma coisa é vc ver uma foto da Sabrina Sato com um microbiquini na praia, outra é vc ver a sua própria mulher e os homens comendo ela com os olhos, para desespero das esposas. Ela bota o biquíni de cortininha, que abre e fecha, e deixa bem pequenino. Èu sou mais ousado e diminuio mais, até onde dá. Ela desfila provocativa, poderosa, e se arrebita toda, vagarosamente, para deitar de bruço na espreguiçadeira, ficando antes, por uns segundinhos, de quatro. Deixo ela passear sozinha pelas piscinas e pela praia. Fico olhando e vendo, vez ou outra, ela ser abordada. Mas, sempre, sempre, faz a cabeça dos homens virarem para olhar. Os garçons que vêm trazer drinks na cadeira também aproveitam bem de perto. Finjo que não estou vendo, de óculos escuro. Ela provoca, ajeita o biquíni na parte da frente passando os dedos pra cima e para baixo na tanguinha pequena que cobre o capôzinho depilado, ou puxa para cima pelas alcinhas laterais, ajeitando, como que sem querer, para garantir o bronzeado, o que deixa muitas vezes a rachinha da xoxota marcadinha no tecido. Se estiver com o biquíni molhado então, a rachinha fica bem delineada para deleite de quem passa, ou, melhor ainda, para os garçons que, com a desculpa de deixar um drink na mesinha lateral ou pegar uma toalha no chão, podem dar uma agachadinha rápida e olhar bem de perto. Quando ela está tomando sol de bruços, com a bundinha ao sol, também é um espetáculo porque os garçons ou transeuntes, percebendo que eu estou "desligado" e que ela não está vendo nada, pois de costas, fixam o olhar na bunda dela como cachorros olhando frango em padaria. De noite, na hora de jantar, ela vai para o buffet com saias finas ou de crochê, sempre de tecido claro, ou calças finas brancas, mas sempre com calcinhas pequeninas coloridas ou pretas, que contrastem com a saia ou calça. E desfila, empinada.

Por fim, algo que fizemos uma vez apenas, foi tentar repetir nossas brincadeiras de balada em uma micareta de carnaval. Foi ótimo, embora um pouco diferente. Ela se engatou ao longo da micareta com dois caras, que ela permitiu ficaram dançando atrás dela, encoxando ao som de "axé músic", dançando e andando com o cara engatado atrás. Foi primeiro um, com quem ela ficou por uns 20 minutos, depois, mais tarde, outro. Eu ficava há uns três metros. Como ela ficava mais tempo dançando com os caras, rolaram uns beijos na boca. Eu não vi, mas depois ela me disse que pegou no pau de um deles, rapidamente. Antes do primeiro beijo na boca que deu em cada cara, mas mesmo entre os malhos, ela me procurou com os olhos, sorrisinho no rosto, toda feliz, para que ter certeza se eu estava vendo e aprovando, como que pedindo um consentimento do tipo "ai amor, deixa vai", piscando. Fez isso algumas vezes para confirmar que estava tudo ok comigo.

E porque não vamos adiante e ela não trepa logo com alguém na minha frente? Essas sacanagens que tempos feito em público, praia, micareta, balada, de certa forma já trazem nelas mesmas uma limitação de que muita coisa não vai acontecer, justamente pelo lugar ser público. Isso dá uma segurança. Qualquer coisa que aconteça não vai passar muito disso que já aconteceu. No fundo, sou eu que tenho medo. Ela, apesar de não falar nada, não pedir, não confessar, não admitir, está no pontinho certo para isso. Não recusaria. Faria, claro, um "cu doce", um "tipo", fingiria, por certo, que tem medo, que está insegura, que só faria por mim e olhe lá, e, bem possivelmente, no começo, ficaria insegura sim, travada. Mas tenho certeza que se soltaria bem. E rapidamente. É por essa certeza, de que ela iria gostar muito e se soltar, que tenho medo. Tenho medo de quando o tesão passar. Tenho medo de eu não segurar a bronca. Tenho medo de perder o controle da situação com ela, se é que ainda tenho. Tenho medo daquela sensação de humilhação voltar, uma vez terminada a punheta. Essa sensação hoje não existe. Não tenho ressaca moral depois de quaisquer de nossas brincadeiras hoje. O tempo dirá, enfim. Nossa vida, por enquanto, está legal assim. Ela está, não tenho dúvidas, no ponto pra virar putinha ou liberar pra fora a putinha que ela sempre foi. Mas tem retorno depois? Enquanto isso, sigo batendo minhas punhetas imaginando ela sentando gostosa numa pica bem grossa enquanto sorri para mim, ou de quatro sendo marretada bem forte enquanto geme e me pergunta se eu estou aprendendo como é que se fode de verdade uma mulher, "ta gostando amor ta, ai, ai, ta gostando de ver sua mulherzinha fodendo gostoso?".

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Comentários


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fudedordecu Comentou em 19/09/2017

Amaria te tornar um corno feliz.

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cornutto Comentou em 26/07/2017

ta perdendo tempo de ser manso e feliz...

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litocasado Comentou em 28/03/2017

GOSTEI E SO ME ENVIAR MENSAGEM QUE SERA REALIZADO O SEU PEDIDO

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giuser Comentou em 28/03/2017

Um espetáculo essa sua puta se quiser dou um trato. Votado

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cornutto Comentou em 26/03/2017

Se ela te ama , vai te chifrar e ficar contigo. Dominando o corninho....aproveita e lambe...

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sograrb Comentou em 25/03/2017

Que tesão tudo isso com vocês. Que relação maravilhosa, o sexo é um brinquedo muito gostoso feito assim como vocês fazem. Agora ta faltando é uma vara de uns 25 cm no corpo dessa mulher.

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oscar31 Comentou em 24/03/2017

Muito bom cara esse é minha vontade adoro isso tem meu voto.

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sean1000 Comentou em 24/03/2017

Obrigado pelos comentários. Se eu contasse outras coisas que li nos diários dela, tornaria o relato menos verossímil. Mas é tudo verdade.

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ocaracasado Comentou em 24/03/2017

Deixa ela ser feliz c outras picas de vdd, assim vc tbm sera ao ve la realizada, gemendo e vozando c outro macho. Se puder me chama p participar..abraço.

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karldalismo Comentou em 24/03/2017

É o conto mais real que já lemos. Não tem volta, ela irá dominar você para sempre. Para você viver bem com ela indico a leitura dos nossos contos. Seja feliz, CORNO.

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societa Comentou em 24/03/2017

Conto verdadeiro e muito bom.




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Ficha do conto

Foto Perfil sean1000
sean1000

Nome do conto:
Quase um corno feliz. Esposa no ponto certo pra virar putinha.

Codigo do conto:
98471

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
24/03/2017

Quant.de Votos:
22

Quant.de Fotos:
4


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